sábado, 31 de dezembro de 2011

O que foi 2011




Nesse final de ano eu peço licença para sair um pouquinho da linha “editorial” que está seguindo o blog para falar da passagem de ano. Já comentei sobre as minhas resoluções para o próximo ano, mas agora quero fazer uma reflexão sobre o que passou nesse ano de 2011.

Esse foi, sem dúvida, o ano de maior crescimento profissional da minha vida. Em janeiro eu estava completamente desacreditada da minha profissão e tinha certeza que estava fora da equipe da agência onde trabalho. Tive algumas provações por lá e me impressiono ao saber que estou por lá ainda. 

Ao terminar o ano as minhas perspectivas são completamente diferentes. Minha posição profissional está bem estabelecida e eu aprendi a controlar o meu ímpeto, me tornando uma pessoal melhor e uma profissional muito mais gabaritada. Não é a toa que uma das minhas resoluções para 2012 incluem a área profissional. 

Pessoalmente, eu também evolui em 2011. Me tornei alguém muito mais centrada que consegue conviver com a falta de perfeição. Continuo cobrando demais de mim e me criticando em excesso, mas as crises de identidade e depressão se foram... tudo bem, houveram algumas, mas com intensidade bem menor. 

Esse ano eu também consegui realizar algumas conquistas graças a grandes esforços. Comprei minha moto, comprei meu carro e já estou dando andamento ao próximo projeto: que é reformar a casa. 

De negativo, fica apenas o acúmulo de alguns quilinhos que poderiam ter ficado fora da balança. Acumulei 4 quilos a mais que, se estivessem bem distribuídos, teriam me feito muito bem... esse é o desejo de ano novo que acredito ser mais difícil de cumprir: perder peso. 

No casório acredito que nem preciso comentar. Eu e o Gil continuamos como sempre... aquele casal mais chato do mundo!kkkkk. Ano que vem comemoramos 10 anos de relacionamento e nossa comemoração será em grande estilo. 

Como sempre, os anos ímpares são sempre os melhores para mim e acredito que não houve diferença em 2011. Muitas coisas nas entrelinhas podem, e devem, ser apagadas nesse período, mas o saldo final foi mais que produtivo. 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Arrepio

Boa propaganda é assim... tem que arrepiar. Depois tem gente que diz que propaganda só quer te vender coisas... sinceramente, ela vai muito além disso.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Livros - quanto mais, melhor


Quem gosta de livro sabe o que quero dizer. Não basta ter apenas de um gênero. Aqueles que gostam de ler colecionam essas relíquias e, muitas vezes, lêem e relêem os seus títulos favoritos assim como fazemos com filmes. 

Quando comprados eles são diretos e refletem necessariamente aquilo que queremos no momento. Quando ganhados, eles nos levam a um mundo muito diferente: um que foi determinado por que nos deu o presente. Livro ganhado para mim tem um significado especial. É como se eu me sentisse única, afinal dar de presente um livro é algo bem pessoal. 

Ontem eu me senti assim ao ganhar de presente de natal um livro de um grande amigo. “A revolução das mídias sociais” é o título dele e, como está bem aparente, é um livro profissional de uma das áreas que eu mais tenho me interessado nesse momento. Não há a necessidade de dizer que adorei, pois já está implícito nas frases acima, mas mesmo assim gostaria de fazer o registro. 

Entretanto, o que me deixou ainda mais contente com esse presente foi o bate papo com esse amigo. Segundo ele, escolher um livro para mim foi uma tarefa árdua, que durou cerca de uma hora e meia. Para ele, a complexidade estava na minha diversidade, já que sou uma pessoa que gosto de muitas coisas e, às vezes, sem um foco específico. 

Fiquei intrigada com essa informação, pois sempre me acho uma pessoa lógica, mas depois dela parei para pensar. De fato, quando falamos de consumo de “entretenimento”, sou mesmo bem eclética. Como já diria a minha assistente, o player do meu computador se confunde com o que ele vai tocar... vai de Sandy & Junior a Titãs, de Michel Teló a Beatles, de Ivete Sangalo a Engenheiros do Havaí. 

Enfim, nesse fim de ano ganho mais uma companhia. Na verdade três, pois acabei de fazer duas novas aquisições por minha própria conta. Estão para chegar “A cultura da Convergência” e “A lista de Schindler”. 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A melhora da morte

Quem me conhece sabe que eu sou pouco, ou nada, religiosa. Entretanto, em alguns momentos da vida eu me aproprio de certos conceitos de uma ou outra religião para conseguir me fixar no mundo e acreditar em algo para que essa existência faça sentido.

Um desses conceitos é o que o espiritismo chama de “melhora da morte”. Segundo eles, a melhora da morte acontece quando uma alma precisa desencarnar e os familiares a estão “prendendo” a terra através de uma energia muito forte. Essa energia pode ser o medo, a aflição, o sentimento de abandono, a saudade, enfim, tudo aquilo que sentimos quando estamos prestes a perder um ente querido.

Para que a alma possa se desligar, os espíritos responsáveis por esse processo “injetam” uma melhora no paciente. De uma hora para outra a pessoa tende a ter uma melhora súbita e isso anima a família, que relaxa e passa a transmitir energias positivas. Um dia depois a pessoa desencarna.

Já havia lido bastante a respeito quando vi essa situação ocorrer pela primeira vez. Uma amiga minha estava com o pai bastante doente no hospital há alguns dias. O clima era pesado e ela estava muito agarrada ao fio de vida que ele ainda tinha. Em uma manhã ela chegou bastante animada ao trabalho e nos informou que o pai havia melhorado. Ela trabalhou muito feliz aquele dia e tinha muitas esperanças. No dia seguinte ele veio a falecer. 

E hoje vi mais uma vez o mesmo cenário. Meu vizinho está doente há mais de um mês. Há três dias ele foi considerado terminal pelos médicos e, desde então, a família está reunida aguardando a morte como um fato consumado, entretanto concentrada em energias fortes como rancor, arrependimento e saudade. Ontem todos dispersaram, pois meu visinho apresentou uma melhora considerável. Hoje pela manhã ele veio a falecer. 

Dentre todas as religiões, o espiritismo as vezes é a que me parece mais coerente por explicar esse tipo de situação. Não sei se acredito em todos os outros conceitos que são pregados por ela, mas são contextos como esses que me fazem ver que, de certa forma, temos um destino em nossa existência.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Resoluções de fim de ano

Chegou aquela época do ano em que fazemos as famosas resoluções de fim de ano. É aquele momento em que prometemos para nós mesmos certas coisas que temos certeza de que não vamos cumprir, mas mesmo assim fazemos.
Partindo desse princípio, esse ano fiz uma revisão em meus objetivos e serei bem objetiva nas resoluções para 2012. Esse será um ano de muito trabalho e muita coisa irá mudar, então terei poucas premissas, mas me dedicarei a elas ao máximo, pois apesar de estarem em número reduzido as suas execuções darão bastante trabalho. Sendo assim, as minhas resoluções para 2012 são:
Emagrecer pelo menos 5 quilos – não é que eu esteja gorda, mas preciso estar saudável. Minha tática será começar uma aula de pilates, intercalada com exercícios em casa ou caminhadas na praia.
Voltar a estudar – já decidi que farei uma pós graduação em marketing. Essa é uma matéria que sempre me interessou e que agora acredito que será muito útil nesse novo momento profissional que viverei em 2012.
Fazer uma boa viagem – a primeira opção para essa viagem é Cancum, mas tudo depende do dólar. Caso fique fora do orçamento, o destino será o sul do país com o maridão em uma viagem de reconhecimento por toda a região de Gramado (algo diferente do que fiz esse ano)
Reformar a casa – faremos um cômodo a mais para que a minha casa se torne um lugar agradável e que tenha espaço para receber pessoas , coisa que hoje é inviável.
Nesse clima esperarei por 2012 e espero ter fôlego para conseguir cumprir tudo aquilo que estou prometendo.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Mais uma sobre o blog

Quando comecei o meu blog eu não fazia a menor ideia do que era isso. Nunca fui muito antenada com internet e desconhecia a existência da famosa blogosfera. Como está na descrição dessa página, quem me mostrou esse mundo foi a minha querida tia Alci.

Tudo começou porque eu queria compartilhar os percalços da preparação do meu casamento e a minha família já estava cansada de ouvir a respeito. Foi então que ela me indicou para criar um blog e falar com outras noivais do país e do mundo que estavam vivendo a mesma coisa que eu. Essa foi a minha salvação, pois assim consegui falar tudo o que queria tendo uma audiência ativa, que por sua vez queria, saber sobre o que eu estava passando.

Nessa época eu escolhi o Blogger porque era o que a minha tia usava no seu próprio blog e nunca mais troquei. No início ele oferecia pouquíssimas ferramentas e todos os posts eram bem limitados. Hoje, entretanto, essa é uma realidade muito diferente.

Quando voltei a postar ativiamente aqui fiquei impressionada com a quantidade de novas ferramentas que já estavam disponíveis. É possível postar vídeos diretamente do Youtube, formatar o texto da forma que se quiser, ter V-Á-R-I-O-S modelos para plano de fundo. Enfim, é possível criar o mundo nessa interface.

Entretanto, de tudo o que ele está oferecendo, o que mais gosto é o painel geral de de estatísticas. Hoje é possível acompanhar tudo o que está acontecendo com o blog: quantas visualizações, fonte de tráfego, posts mais acessados... Amei essa funcionalidade, pois torna o blog uma coisa “quente”, que se consegue acompanhar dia a dia e saber o que funciona ou não. Sei que essa ferramenta já está disponível há décadas em sites particulares, que em sua maioria utilizam o Google Analitcs, entretanto tê-las em um blog gratuitamente me deixou bem empolgada.

Curioso para saber do que eu estou falando? Fiz alguns prints dessas páginas para demonstração.






domingo, 18 de dezembro de 2011

Será que serve?


Dizem que para o ser humano ser completo e ter representado algo ao mundo com sua existência ele deve PLANTAR UMA ÁRVORE, TER UM FILHO e ESCREVER UM LIVRO. É claro que não precisa ser necessariamente nessa ordem, mas essas três coisas são as premissas básicas de uma vida de realizações.

Me peguei pensando nisso ontem, meio que sem motivo algum, e me deparei com alguns problemas futuros. Inicialmente, eu não pretendo ter filhos. São diversos os motivos para isso e daria para escrever um blog quase que exclusivo para contar todos eles. Tenho essa convicção há muito tempo e, apesar de estar aberta a uma mudança de opinião, até agora nada mudou.

Quanto a plantar uma árvore, acredito ser o objetivo mais fácil de se alcançar. Basta procurar um pedacinho de terra e colocar uma mudinha ali. Apesar da simplicidade, também não realizei essa premissa ainda. Gostaria muito de ter uma árvore no quintal de casa, mas isso nunca vai acontecer no lugar que moro, então acredito que irei procurar um outro lugar... quem sabe eu coloque essa meta para 2012?

De todas as premissas, a que acredito ser mais difícil de se cumprir é escrever um livro. Tudo bem que há pessoas que escrevem vários, mas eu não me vejo especialista de nada para colocar várias palavrinhas no papel, muito menos mega criativa para inventar histórias que prendam as pessoas página por página.

Entretanto, enquanto devaneava a respeito me lembrei do blog. Já são quatro anos de histórias, com muitas páginas escritas. Contei histórias, escrevi sobre a minha especialidade e me abri nesse espaço cibernético que é tão importante para mim. Então eu me perguntei: nesse mundo onde tudo é digital e está conectado a internet, poderemos substituir a premissa ESCREVER UM LIVRO por ESCREVER UM BLOG? Será que serve? Na minha visão eu acredito que sim.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Já participou? Eu já!

Em um formulário de pesquisa a primeira pergunta a feita é a seguinte: você é publicitário? Caso a resposta seja afirmativa, o pesquisador agradece a sua presença e se retira. Isso acontece porque os publicitários conhecem os métodos de avaliação e, por isso, podem ser tendenciosos em suas respostas.

Sendo assim, como publicitária que sou, nunca fui convidada a participar de uma pesquisa – com exceção àquelas de satisfação ao cliente. Portanto, nem preciso dizer a surpresa que foi ser convidada essa semana para uma. Nessa minha primeira experiência passei por uma “sabatina” em um grupo focal. Brincadeiras a parte, não houve perguntas e respostas, certo ou errado, mas sim um grande bate papo onde não devo ter falado tudo o que sei, mas com certeza saí mais inteligente do que entrei.

Contextualizando, grupo focal é uma modalidade de pesquisa onde são agrupadas pessoas de um mesmo target para a análise de comportamento. É considerada uma pesquisa qualitativa, pois vai além de “sim” e “não” e identifica como as pessoas agem em relação a certos assuntos. É o modelo ideal para quando queremos de fato entender o que as pessoas pensam e analisar como elas irão reagir ao lançamento de um produto ou a um novo conceito de serviço.

Em meu grupo focal discutimos os dois casos. Falamos de um tipo de mídia suas complexidades. Debatemos como ela é utilizada hoje, quais são as suas falhas e onde ela pode melhorar. Avaliamos novos formatos, novos produtos e demos ideias para a sua utilização futura. Ao final do processo, que durou quase duas horas, nos reunimos com o grupo que estava arcando com a pesquisa e, como amigo que somos, debatemos ali mesmo alguns pontos. Para eles, algumas questões levantadas mudaram a forma de ver o negócio e as respostas passadas foram de uma importância tamanha para o planejamento dos próximos anos.

Para mim, foi uma experiência e tanto. Foi muito interessante analisar uma pesquisa de dentro dela. É fabuloso como as nossas opiniões podem mudar o rumo de ações que já estão pensadas há muito tempo, mas que com uma visão externa podem ser alteradas drasticamente. Falando como publicitária, tal experiência me fez compreender “na pele” a complexidade dos números que eu avalio diariamente. Não que eu não estude pesquisa, mas participar delas é outra história.

Gostaria muito de poder divulgar com mais clareza tudo o que fiz lá, mas como não sou dona da pesquisa não tenho esse direito. Como sei que esses amigos passarão por aqui para ler, gostaria de agradecer a eles a grande oportunidade. Adorei esse momento de interação com a marca de vocês.

sábado, 26 de novembro de 2011

Escrevendo "profissionalmente"

Esse é um post extraordinário aqui no blog. Trata-se de um artigo que escrevi para a agência onde trabalho, então acaba tendo aquele tom um pouco mais formal. Mesmo assim eu gostei muito desse texto, pois consegui colocar em palavras o que venho vendo acontecer no mercado onde atuo. Atualmente estamos em uma mudança que irá alterar não apenas a nossa forma de fazer negócio, mas principalmente o tipo de profissional que somos. Eu ainda estou buscando entender que tipo de profissional precisarei ser, portanto nesse momento estou apenas nas previsões, mas espero chegar a uma conclusão e a um plano de ação longo em breve.

Espero que aqueles que me acompanham no blog gostem da leitura... basta acessar a página da Prósper aqui.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A ovelha desgarrada

Na história bíblica, a parábola da “Ovelha Desgarrada” fala sobre aquela ovelhinha de resolve correr solta e deixar o seu rebanho de 100 cabeças. Seu pastor, muito preocupado, deixa de lado as 99 outras cabeças obedientes e larga tudo para buscar a ovelha desgarrada. Na “moral da história”, a parábola quer mostrar que tem muito mais valor aos céus o arrependimento de um pecador do que o bom comportamento de 99 justos.
  
É impressionante, mas essa parábola permanece até os dias de hoje. Quanto mais errada for a pessoa, maior valor ela tem ao retornar ao “rebanho”. Penso nisso há muito tempo, mas essa semana consegui me surpreender com o absurdo da desvalorização do justo em prol do pecador.
  
Li uma matéria que falava sobre devedores. Em destaque, como capa do jornal, havia a frase “Descontos de até 70% e prêmios para quem quitar dívidas com loja”. A chamada seguia, ainda mais impressionante “A redução do valor dos débitos inclui cartões de crédito, cheques e financiamentos. O objetivo é ampliar o número de pessoas com crédito livre para o Natal. Como incentivo, há lojas que dão até R$ 50 mil em prêmios para quem acertar as contas.
  
Ai eu pergunto: que valor tem ser uma boa pagadora, alguém que honra com os seus compromissos e é correto com as suas contas, comprando apenas aquilo que poder arcar? Sinceramente, queria muito ter a cara de pau de ser a ovelha desgarrada, porque ganhar R$ 50.000,00 em prêmios por estar devendo até eu que sou mais boba gostaria.

sábado, 19 de novembro de 2011

O poder dos slogans

De forma muito resumida, os slogans são aquelas frases que acompanham uma marca em sua assinatura. Eles determinam todo o conceito do produto e dão vida às idéias de como o consumidor deve consumir e o que ele deve pensar daquela marca.

Alguns slogans são subjetivos e vão muito além da simples compreensão; já outros são tão específicos que não poderiam representar melhor o que vendem. São esses que usarei como exemplo hoje. É claro que eu poderia criar um blog inteiro para falar sobre esse assunto, mas nesse caso vou me limitar a apenas três exemplos: aqueles que “experimentei” hoje.

“ESTÁ NA HORA DE VOCÊ REVER OS SEUS CONCEITOS”
Meu primeiro exemplo é um slogan antigo. Trata-se da campana da Fiat “Está na hora de você rever os seus conceitos”. Minha experiência com ele foi entrar em um Doblô. Particularmente, sempre achei esse carro bem feio, com uma cara de desajeitado. Pois é, revi completamente os meus conceitos a achar o veículo incrível por dentro, com uma visibilidade perfeita para o motorista e um espaço impressionante para quem está de carona. É uma pena que o modelo está completamente fora dos meus padrões, mas confesso que passei a ver o Doblô como uma incrível possibilidade de compra futura.

“PEQUENO PARA QUEM VÊ, GIGANTE PARA QUEM ANDA”
Quem não se lembra da Ana Hickmann nessa propaganda de lançamento do Fox? Pois bem, sou fã do carro desde essa época, mas nunca tive a oportunidade de estar em um. Sinceramente, não preciso nem comentar mais, pois o slogan simplesmente diz tudo. Ele me lembrou aquela barraca mágica do Harry Potter (que por fora parece uma iglu, mas por dentro é um apartamento duplex).

“APAIXONE-SE DE NOVO”
E, por último, deixei o mais sentimental de todos que, ao meu ver de publicitária, seria o mais difícil de se materializar. Quando vi a propaganda do novo Pálio pensei que o slogan não era forte o bastante. Se apaixonar de novo é muito amplo e não define uma característica de um carro, certo? Completamente errado! O carro é necessariamente isso: uma oportunidade de apaixonar-se novamente. É como ver o maridão com uma roupa nova perfeita em um corte de cabelo novo... não que você tenha deixado de amá-lo, mas você se apaixona novamente com tanto apelo visual.

Como publicitária que sou, tiro o chapéu toda vez que uma publicidade me atinge em cheio. Isso sempre significa que o produto publicitário foi muito bem elaborado e que conseguiu ultrapassar a barreira de “advogados do diabo” que sempre temos sobre aquilo em que trabalhamos. Então, para concluir, nada melhor do que deixar os exemplos falarem por si só:








sábado, 5 de novembro de 2011

Quanto vale a sua opinião?

Há algum tempo atrás eu abandonei o blog exatamente por conta da pergunta acima: quanto vale a sua opinião? Vivemos hoje em uma sociedade onde o “Big Brother” é presença constante. É claro que eu não estou falando daquele programa ótimo, onde só vemos bunda na piscina e discussões patéticas totalmente manipuladas.  Estou falando do “Big Brother” defendido no livro 1984 onde todos nós somos assistidos o tempo todo.

A vida é isso. Os nossos parceiros de trabalho acompanham o nosso facebook para saber como estamos naquele dia. Aqueles que falam de negócios com a gente avaliam o que postamos no twitter para entender o nosso humor e saber qual é a melhor hora para nos abordar. Os nossos chefes têm relatório de tudo o que fazemos online em nossos computadores ligados à rede da empresa.

Vai fazer uma entrevista de emprego? Os recrutadores estão de olho no seu perfil nas redes sociais, naquelas comunidades que você participa do tipo “ODEIO SEGUNDA FEIRA” que você acabou entrando só para se mostrar divertido para os seus amigos, mas que não te deixa imune de ser julgado por participar.

E aquela foto que você tirou com os amigos em uma micareta onde todos estavam completamente bêbados que você compartilhou para parecer descolado? Também será levada em consideração.

Ai você se pergunta: mas eu não posso ser eu mesmo? Esse é o grande xis da questão. As redes sociais possibilitam o conhecimento profundo de cada pessoa hoje em dia – já não é a toa que a sua “página” se chama perfil. Você é quem você é e isso está sendo avaliado em tempo integral. Disse que não gosta de segunda feira? Será interpretado como um preguiçoso que, muito provavelmente, vai às forras no final de semana e tá moído para trabalhar nos dias úteis.

Nessa nova realidade é preciso compreender que não dá para separar o pessoal do profissional e que, com o cruzamento de dados que são possiveis hoje, uma hora ou outra vão ligar o seu perfil do Linkedin, completamente profissional, com o seu nick name falso do twitter que você criou para poder falar tudo o que queria livremente.

E diante dessa deixa eu volto para a pergunta do título: quanto vale a sua opinião? Saiba que ela precisa ser muito forte e valiosa para você se arriscar. Em épocas de compartilhamento e acesso irrestrito, uma omissão de fatos pode não ser assim tão ruim.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Crowdsourcing - futuro ou morte?

Nessa semana estive em uma palestra sobre crowdsourcing. Nunca tinha ouvido falar nesse conceito e confesso que fiquei um pouco em dúvida do que ele se propõe a fazer pelo futuro da comunicação.
Apesar de ser uma palavra grande e complicada, crowdsourcing nada mais é do que contribuição em massa para a solução de um problema, ou simplesmente "co-criação". Trata-se de utilizar a "força tarefa" de várias pessoas para pensar em uma solução.
Se ficou confuso para você, também ficou confuso para mim. Entretanto, os exemplos dão uma ajuda para a compreensão. O crowdsourcing mais claro que vi foi o Wikipedia. O site de pesquisa de termos mais famoso é feito em "co-criação", ou seja, são várias pessoas que contribuem para que os verbetes aconteçam.
Em outros exemplos, utilizados para as grandes marcas, o crowdsourcing divulga um problema que o cliente possui e pede as pessoas que contribuam com soluções. Normalmente há uma compensação financeira, ou prêmio, para quem colaborar. Nesse sentido temos o exemplo atual da Ruffles com "Faça-me um Sabor" ou do "Fiat Mio" da Fiat, onde as pessoas inscreviam idéias de designs para o carro e a mais votada dentro de uma série de critérios seria o desenho do próximo modelo a ser lançado pela montadora.

Até ai gostei muito do conceito e o vi como um aliado para a propaganda e publicidade, pois seria utilizado como solução para vários "problemas" que encontramos diariamente entre os nossos clientes. Entretanto, o conceito vai um pouco além, no que foi definido pelo palestrante como "bota na culpa do Darwin".
Alguns sites e profissionais estão utilizando essa nova ferramenta para produzir “coletivamente” o que uma agência de design ou propaganda faz em sua estrutura. Problema nenhum nisso, se não fosse o valor – que é inúmeras vezes menor que o oferecido no mercado.
É claro que isso é apenas um incômodo diante de tudo que a ferramenta pode nos oferecer, entretanto ela é mais um desses desafios que surgem no campo da comunicação: ferramentas espetaculares para solução de problemas do cliente sem um aparente modelo de remuneração para as agências.

Conclusão: ela é o futuro ou a morte para alguns dos setores da comunicação? É muita novidade ainda para eu ter uma opinião prontamente formada para isso.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

As novidades desse mundo novo

Atualmente a empresa onde eu trabalho está em um processo muito legal de levar os funcionários a terem novas experiências e também conhecer novas ferramentas que nos tornem melhores publicitários e abram as nossas mentes.

A novidade nessa semana foi um site chamado Netflix que está me deixando totalmente besta. Ele é um formato muito diferente do que já vi antes para exibição de filmes e seriados online. Você entra no site, cadastra o que você gosta de assistir e o sistema faz dezenas de indicações de filmes - baseado apenas naquilo que pode te interessar. É ótimo não ter que pensar muito e simplesmente abrir uma página e falar: vou ver isso aqui!

Entretanto, não foi isso o que mais chamou a minha atenção. Para fazer os testes estou acompanhando um seriado chamado Mad Man. Dia desses parei de assistir no meio de um episódio. Ai, para minha surpresa, abro o site ontem e o link do seriado estava na tela principal. Quando coloquei o mouse em cima dele veio a mensagem: continuar assistindo? Cliquei meio sem acreditar e não é que ele começou exatamente de onde eu parei????

Ok, depois dessa o site me conquistou de vez. A assinatura é simples e o primeiro mês é grátis. Depois disso são R$ 14,99 por mês sem limitação para assistir qualquer título oferecido por eles. Sinceramente, é menos que ir ao cinema. É claro que o catálogo deles não é dos mais recentes, entretanto eu adoro assistir coisas repetidas, portanto é ideal para mim.

Enfim, essa foi mais uma experiência que curti demais de estar vivendo.

Para terminar, deixo o endereço para quem se interessar: http://www.netflix.com.br/

sábado, 3 de setembro de 2011

A era dos bebês

Não tem aquela época em que vamos a mil formaturas? E depois, quando vamos a mil casamentos? Pois é, a época dos mil bebês chegou.


Tem tanta amiga e colega minha grávida, ou com neném recém nascido, que começo a ficar preocupada. Avaliando a situação já chegamos a conclusão que tudo é questão de tempo. A minha geração está na fase de ter neném e por isso eles estão ao meu redor.


Quem me conhece já sabe: eu não sou nem um pouco chegada nesse negócio de criança. Infelizmente nunca me dei bem com elas - nem com aquelas que tentei. Elas simplesmente não gostam de mim e eu não sei o que conversar com elas.


Ser mãe? Bem, eu não diria que essa é a minha vocação. Acredito que já tem uns 15 anos que eu decidi que não quero ter filhos. Admito que as opiniões podem mudar e nunca neguei que talvez essa mude, mas até o momento tenho certeza dessa minha decisão.


Acredito que a maternidade traz um amor que é impossível sentir sem ser mãe, porém ela traz toda uma responsabilidade anexa que não me interessa. Tenho muito medo do mundo lá fora e do que fazer com uma criança. Entretanto, meu grande medo é quando eles crescem e a gente já não tem mais como opinar. Para mim, ser mãe é como uma roleta russa: a gente atira sem saber o que vem pela frente.


Enquanto mantenho essa posição, fico feliz em ser tia. Se as crianças gostassem de mim eu posso garantir que esse papel eu cumpriria muito bem. Pelo menos terei uma "renca" pela frente para continuar tentando.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Guia de Gramado: bom, bonito e barato

Sempre ouvi falar que Gramado era bom e bonito, mas barato realmente nunca foi algo que me disseram. Voltando de uma ótima viagem àquelas lindas bandas, vou dedicar esse espaço a mostrar que essa cidade também pode ser barata – se quiser.

Sendo assim, vou dividir esse post em alguns sub-assuntos para que cada tópico faça sentido.

A VIAGEM DE VITÓRIA A GRAMADO Começando o processo de tornar essa viagem barata é preciso de um período de pesquisa. Com eu já sabia o período das minhas férias, comecei a procurar as promoções de passagens aéreas. Nessa procura encontrei uma promoção da Gol com passagens para Porto Alegre a R$ 99,00. A partir desse momento busquei por algumas promoções de hotéis próximos a essa cidade.

Encontrei um site de compra coletivas de hotel (WWW.hotelurbano.com.br). Esse site é super completo e tem hospedagens em todo o país. Na busca localizei um hotel em Gramado com 60% de desconto. Foram 4 diárias por R$ 580,00.

Somando as passagens com a hospedagem a viagem saiu por R$ 1.000,00 para duas pessoas para 4 dias em Gramado. Comparado ao que eu havia orçado antes para uma viagem com o meu marido esse valor foi quase de graça.

Eu e minha mãe decidimos fazer uma viagem bem “mochileiro”, gastando pouco dinheiro. Dessa forma, buscamos as melhores maneiras de viajar. Descobrimos uma empresa de ônibus intermunicipal no Rio Grande do Sul que tem uma linha que sai da rodoviária de Porto Alegre para Gramado, passando pelo aeroporto. Nesse “translado” nós pagamos R$ 26,00 de passagem por pessoa (os translados oferecidos pelas empresas de transporte não saem por menos de R$ 80,00).

ONDE FICAR Em Gramado é possível fazer tudo a pé, então não há necessidade de ficar exatamente no centro. Nós ficamos na pousada Jardim Secreto, que fica próxima da BR e que também está bem pertinho da rodoviária. Diga-se de passagem, ficar perto da rodoviária é a melhor opção em Gramado, pois de lá saem os ônibus para todos os outros municípios legais de se visitar e de lá é possível ter acesso a pé a todos os pontos turísticos da cidade com, no máximo, 10 minutos.

O QUE CONHECER
1) GRAMADO:
a cidade de Gramado já é linda por si só, então vale muito a pena fazer um grande passeio a pé pela cidade. Leve um sapato bem confortável, pois apesar de parecer pequena, a cidade é bem grande e tem muitas ruas lindas para se ver. Podem andar tranqüilos, pois a cidade é muito segura e a gente não se sente ameaçado em nenhum lugar.

2) MINI MUNDO: esse passeio é lindo. Conta com várias miniaturas de grandes construções, a sua maioria na Alemanha, e vale passar por lá. Escolha um dia que esteja ensolarado ou pelo menos sem chuva, pois o lugar é a céu aberto. A entrada custa R$ 14,00 por pessoa. Crianças pagam meia entrada.

3) MUNDO ENCANTADO: fica na saidinha de Gramado para Canela e são quatro painéis montados com miniaturas que contam a história da colonização da cidade. Eu achei um passeio caro pelo que oferece, R$ 14,00 por pessoa, e é bem mais voltados para crianças.

4) CANELA: a cidadezinha de Canela é linda também. Fica a 7 km de Gramado e dá para ir de uma cidade a outra de ônibus de linha – que custa R$ 1,90 por trecho. Esse ônibus sai a cada 10 minutos da Rodoviária de Gramado e para na Rodoviária de Canela (que é bem no centro). Aproveite para andar bastante por lá e conhecer bem o lugar.

5) LOJAS E MAIS LOJAS: entre as cidades de Canela e Gramado existe um trecho só de lojas ótimas. São várias outlets de sapato em preços ótimos. Também tem a fábrica de chocolate, o museu do automóvel, o museu de cera e o mundo a vapor. Esses passeios eu não fiz, mas foram bem recomendados. Pegue o ônibus em Gramado, desça nesse trecho e ande um pouco a pé para olhar tudo. Ao terminar as lojas, pegue o ônibus novamente, pois não vale a pena andar até Canela.

6) JARDINEIRA: esse foi o melhor passeio que fizemos. A jardineira sai do centro de Gramado diariamente em 4 horários e faz um tour de duas horas pela cidade. Custa R$ 12,00 por pessoa e é um ótimo investimento. Faça esse passeio logo no primeiro dia de viagem, pois assim você conhece a cidade de uma só vez e saberá melhor como se localizar por lá.

7) LAGO NEGRO: você vai conhecer essa atração no passeio da Jardineira, mas sinceramente vale a pena ir lá com mais tempo para poder circular o lago e andar de pedalinho. O ideal é ir em um dia ensolarado, pois lá é bem fechado por árvores que vieram da Floresta Negra da Alemanha, portanto é bem frio.

8) OUTROS PASSEIOS: vários outros passeios foram indicados a nós, porém nem todos nos interessaram. Como estávamos avaliando preços, o melhor “translado” que encontramos foi com a empresa que faz o passeio de Jardineira. Eles possuem pacotes para todos os pontos turísticos por valores bem acessíveis. Vale dar uma olhada antes de fechar com qualquer outra.

ONDE COMER Onde comer é o que torna a viagem a Gramado extremamente cara. Como diria a minha mãe, se você quer gastar dinheiro o que não falta são opções. Entretanto, o nosso objetivo era gastar pouco, portanto vamos aos bons lugares para tal.

1) PASTELEIRO: é uma pastelaria ao lado da catedral da cidade (rua lateral). Eles possuem várias opções de pasteis deliciosos pelos preços normais.

2) PADARIA: a padaria também oferece ótimas opções. Ela também fica na rua lateral da catedral, um pouco depois do pasteleiro.

3) BEIRUTI: é um restaurante na rua Coberta e oferece o glamour do lugar sem o preço de lá. Os beirutis são ótimos e o caldinho de feijão também vale a refeição.

4) KILO A KILO: é um restaurante a quilo ao lado de onde sai a Jardineira. Também possui um preço justo para uma comida gostosa.

5) RODOVIÁRIA: é onde você vai encontrar o melhor “café puro” da cidade. Do lado da rodoviária os colonos assam pães na hora em forno a lenha, então compre um pão fresco lá e vá tomar um café... combinação perfeita.

ATUALIZADO!!!: a leitora Ralyna deixou um comentário aqui no post também indicando os restaurantes Sabor das Frutas (ao lado do Beiruti na Rua Coberta) e o São Pedro Pães (ao lado da Catedral). Valeu a dica!

De forma geral comemos quase sempre nesses lugares. Existem alguns outros bons restaurantes com valores viáveis por lá, mas estavam sempre fora das nossas rotas de passeio, então ficamos presas nesses.

O forte da cidade são as sequências de fondue. Quase todos os restaurantes oferecem esse prato. Ele é uma opção não muito cara, mas só é válido para quem come bem, pois é muita comida. Os pratos separados são caros e não valem a pena.

Na minha viagem eu quase morri de vontade de comer um fondue de chocolate, porém os preços por esse prato são fora da realidade (média de R$ 65,00). A solução foi encontrada em uma loja de chocolate no centro de Gramado, que fica ao lado da rua Coberta. Eles tem uma cascata de chocolate e várias frutas. Você se serve a vontade e paga por quilo, o que foi perfeito para matar a minha vontade de comer.

Uma informação importante é que todos os restaurantes da cidade possuem translado GRÁTIS, então não precisa se preocupar com taxi para ir de um ponto a outro a noite. As lojas de chocolate mais longe e os cafés coloniais também oferecem, então aproveite esse serviço.

CHOCOLATES Os chocolates são o grande forte de Gramado. Existem lojas espalhadas pela cidade inteira e é impossível não comer muitos itens dessa delícia. Deixo abaixo as lojas que fui e a minha avaliação de qualidade de produto e preços de cada uma delas:

1) LUGANO:
me pareceu o chocolate mais famoso da cidade. Na minha opinião foi o melhor de todos. O sabor é perfeito e o preço é bem justo. A dica é fazer o passeio de Jardineira e depois comprar os chocolates nessa loja, pois no passeio é oferecido um vale que dá direito a 10% de desconto nas compras.

2) FLORYBAL: são as lojas mais bonitas e bem voltadas para crianças (elas enlouquecem lá com tantas esculturas). Achei o chocolate um pouco doce demais e acabei não comprando.

3) CHOCODINO: tem apenas uma loja no centro da cidade e eu achei a melhor opção para a compra de chocolates de lembrancinhas, pois o preço é o melhor de todos para um produto de boa qualidade.

4) DON MORELO: também só possui uma loja. Esse chocolate é vendido também aqui em Vila Velha, então já conhecia o sabor, portanto nem passei na loja.

5) PRAWER: é um ótimo chocolate, porém o preço é sem noção. Foi a loja mais cara que encontrei e o produto não é tão gostoso quanto o da Lugano.

Na dúvida, entre em cada loja e experimente. Todas as lojas te oferecem uma provinha grátis, então decida qual deles você acha melhor. Levar chocolate para todos os conhecidos é inviável, pois ai sim os valores sairiam de um orçamento enxuto, então minha opção foi comprar aqueles disquinhos de chocolate, aquelas pastilhinhas com menta para fazer a distribuição. O valor é ótimo: R$ 15,00 para 42 unidades.

OS CUSTOS FINAIS Com já disse, o objetivo da viagem foi fazer um passeio delicioso gastando pouco dinheiro. Sendo assim, segue um pequeno relatório dos nossos investimentos:

Passagens aéreas (Vitória / Porto Alegre): R$ 499,00
Hospedagem (4 diárias Pousada Jardim Secreto): R$ 580,00
Passagens de ônibus (Porto Alegre / Gramado): R$ 113,00
Passeios pagos: R$ 80,00
Chocolates e lembrancinhas: R$ 70,00
Alimentação: R$ 388,00

TOTAL DA VIAGEM: R$ 1.730,00 – para duas pessoas!!!!!!! 


ATUALIZADO!!!!!!!!!!!
Pessoal, em 2012 eu voltei a Gramado em uma viagem maravilhosa. O roteiro foi bem diferente dessa, uma vez que estive lá com o meu marido e buscamos programas mais românticos.
Montei um novo roteiro adicional, com mais dicas de passeios e lugares para se comer bem e barato em Gramado. Acessem AQUI para ir para esse novo post. 

sábado, 25 de junho de 2011

Se arrependimento matasse.....

De fato, se arrependimento matasse eu já estaria estatelada sobre o chão. Ultimamente tenho questionado muito os meus "conceitos de casa" e tenho detestado a minha própria residência.

A culpa é inteira minha. Quando casamos eu e o Gil dispunhamos de um espaço de 30m² para a construção de um AP. Concordo que o espaço é de fato mínimo, porém a "planta" que o Gil montou era até legalzinha. Tinha um lugar pequeno para a cozinha, sala e banheiro, dando maior destaque ao quarto.

Nos últimos anos antes do casamento vivemos, ambos, em casas que não valorizavam o espaço da sala, portanto acreditamos que esse cômodo era completamente inútil. Eu sempre amei cozinhar, então queria que esse fosse o maior espaço da casa, bem arejado e com área de movimentação.

Pois é, eu estava errada. Depois de três anos de casada a sala nos faz muita falta. Nem estou falando de uma sala harmônica, bem distribuida e aconchegante... sinceramente qualquer espaço com quatro paredes (ou até três se fosse o caso) já resolveria o problema: INDIVIDUALIDADE enquanto casal.

Então vocês perguntam: por que não construir esse cômodo a mais? A resposta é simples: não há espaço. Nessas horas eu me pego mega arrependida de ter mudado todo o layout da casa. O pior nem é isso... é ficar olhando ótimas oportunidades na internet para pequenos espaços e não ter consultado nenhuma delas quando estava construindo.

Agora me resta ficar a essa hora da noite devaniando sobre como reformar uma casa que, sem se gastar MUITO dinheiro, é irreformável. Bom, o primeiro passo será abusar da amizade com uma engenheira civil, mas confesso que estou meio sem esperanças que ela me dê uma solução de fato.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Adoro isso

Uma coisa que gosto muito é dança. Fico encantada com passos bem coreografados e ensaiados a ponto de confundir os nossos olhos de tanta perfeição.

Resumindo a sensação, deixo o vídeo abaixo... adoro isso

domingo, 27 de março de 2011

Naqueles dias

Cara, larguei completamente o blog de lado... pois é, estou em mais um daqueles dias em que tudo me deixa mega cansada e acabo não tendo ânimo nenhum para vir para o blog.

De qualquer forma, não tem muita coisa acontecendo. Aliás, para ser sincera até há. Existem duas coisas maravilhosas acontecendo nesse momento, mas infelizmente não posso comentar nenhuma delas. Uma é super secreta mesmo e a outra envolve pessoas que odeiam estar na internet, portanto vou respeitar a sua intimidade.

Fora isso a vida continua resumida a trabalhar e cuidar de casa, além de ter que ouvir o maridão me perguntar por que eu não arrumo um hobby. Confesso que continuo tentando, mas tudo o que gosto de fazer custa muito caro ou está fora dos meus horários possíveis.

Um detalhe sobre esses dias: o maridão está de dieta, portanto o projeto de 1 receita do livro "Dona Benta" por semana foi suspenso por tempo indeterminado... não dá para matar o pobre de vontade....

sexta-feira, 4 de março de 2011

Minha primeira experiência

Ontem eu utilizei o meu primeiro cupom de sites de compra coletiva. Foi uma experiência bem diferente e, nesse caso, muito boa.

O cupom foi comprado pelo Clickon (http://www.clickon.com.br/) para uma pizza grande na Paiol Pizzaria. Eu já havia visto a pizzaria, que é nova e fica em Coqueiral de Itaparica, e tinha gostado muito do lugar. Queria conhecer e aproveitei a oferta para isso. Comprei o cupom com 50% de desconto (real) para uma pizza grande. Era possível escolher entre 4 sabores e eu fiquei com a famosa calabresa.

Bom, o ambiente da pizzaria é maravilhoso. Tinha uma música ao vivo e uma iluminação perfeita. Começamos a noite com uma entrada de massa fina com alho e parmesão - simplesmente deliciosa. O refri estava gelado na medida. Em seguida chegou a pizza que também é muito boa.

A conta ficou totalmente dentro do desejável. Eu já havia pagado R$ 14,00 pela pizza no site e paguei mais R$ 30.00 pelo restante. A nota especificou a conta do site. Fomos extremamente bem atendidos e saímos muito satisfeitos.

Eu sei que isso não acontece com todos os cupons de compra em grupo, mas no meu caso a pizzaria ganhou mais um cliente, principalmente por ter tratado tão bem um cliente que estava pagando bem menos que os outros.

terça-feira, 1 de março de 2011

O fim dos 30”

Muito se discute no cenário de mídia sobre a morte do famoso formato 30”. Considerado o formato padrão para mídias eletrônicas, o material de 30” tem espaço cativo nos planejamentos de mídia da maior parte das agência e é uma instituição construída e reconhecida pelo cliente que compra comunicação e mídia.

Entretanto, reparamos ao longo dos anos que o consumo do material de 30” por parte de ouvintes e telespectadores tem se alterado. Quando não existia o controle remoto ou o dial digital as pessoas eram “obrigadas” a se manterem no mesmo canal. Elas assistiam ao comercial com a mesma intensidade com que assistiam a programação. Era inaceitável mudar de canal no horário da novela das 8, pois por alguns segundos podia-se perder o retorno do bloco e a solução daquele mistério que sempre começa antes do comercial e termina depois dele.

Nos últimos tempos zapiar se tornou um verbo cada vez mais utilizado e é prática normal quando estamos assistindo a uma programação. Enquanto estamos dentro do editorial, permanecemos fieis àquela emissora. Assim que entram os breaks comerciais, mudamos de canal diversas vezes, buscando por assuntos de interesse ou por programas que possam preencher a lacuna de 3’ de espera. Ficou muito fácil, pois é só apertar alguns botões e, sem perda de tempo, se volta ao canal desejado.

Diante desse cenário, passou-se a discutir e a utilizar o merchandising. Composto de ações dentro do editorial dos programas, o merchandising é uma solução prática e muito adequada para passar mensagens publicitárias enquanto o programa está no ar. Com esse formato é possível ligar o editorial do programa aos valores do produto e utilizar a credibilidade do apresentador ou do cenário como ponto forte para estabelecer a mensagem e a campanha publicitária.

Cada vez mais há a pressão por parte do mercado e por parte dos profissionais influentes da comunicação que não se use o formato 30”. Cada vez mais é solicitado que a mídia pense em formas de envolver o público, de gerar valor de branding e interatividade com a marca. É uma cobrança para um deslocamento do “quadrado”, da forma geométrica que é, a princípio de tudo uma forma, ou seja, feita do mesmo jeito por várias pessoas.

Em contra partida a essa pressão encontramos alguns pontos desfavoráveis para a implementação desses novos planos de mídia:

1) Em primeiro lugar temos a barreira do conhecimento. A maior parte dos clientes não entende de marketing e não compreende a importância de um trabalho de merchandising e como ele pode ser um aliado na comunicação.

2) Em segundo temos a própria legislação e criação das peças, que tornam muito claras as ações de publicidade, tornando os merchans muitas vezes massantes e amplamente comerciais – o que tira todo o seu propósito de ser “desproposital” por parte dos personagens do programa ou apresentadores.

3) Em terceiro, os merchans são produtos diferenciados e, por isso, têm valores diferenciados. Não se trata da compra de um espaço, mas sim do endosso de toda uma estrutura ao produto. Se trata de personagens consumindo na tela produtos da vida real, repassando assim os hábitos de consumo para os próprios telespectadores.

Voltando então ao topo do artigo, deixo aqui a discussão sobre o fim do formato 30”. Como mídia não acredito que ele irá morrer, assim como o jornal não morreu com o rádio e a TV não morreu com a internet. Acredito sim que há outras excelentes formas de se comunicar, porém meu grande questionamento é: o cliente está pronto para isso? Para reconhecer as outras formas e, principalmente, pagar por elas? Na minha opinião estamos muito mais longes dessa constatação do que da morte do formato em si.

Motoqueira

Como muitos já sabem, já tem quase 1 ano que eu sou uma motoqueira. Dona de uma biz lindinha, eu solucionei todos os meus problemas de transporte. A "Yellow Pit" é minha companheira de todas as horas e me livrou do meu maior terror diário: o 507 (o pior ônibus que existe na face da terra).

Bom, ontem eu estava pesquisando algumas dicas de como aliar cabelo e capacete e encontrei um blog que gostei bastante. É o blog da Sic, uma motoqueira que deixa várias dicas, além de contar o quanto é difícil o dia a dia de uma mulher que resolve pilotar uma moto.

Então, gostaria de compartilhar essa descoberta aqui no blog. A quem tiver interesse em aprender um pouco é só acessar http://amotociclista.blogspot.com/

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Quiche Lorraine - a receita da semana

Estou me esforçando horrores para conseguir manter a promessa de fazer uma receita do meu novo livro por semana. Por enquanto estou tirando nota 10.

Bom, a receita dessa semana (feita no domingo passado) foi quiche lorraine. Eu já conhecia essa torta e sempre a achei maravilhosa, então acreditei que valia tentar. O resultado???? Bem, foi kilômetros de distância do que eu esperava.

Primeiramente, achei a receita um pouco cara. Ela leva um tal de queijo gruyère que custa o olho da cara. Coisa de R$ 60,00 o kilo. Pelo menos é pouco, então com uns R$ 15,00 deu para rolar. Depois, achei o processo todo um pouco chato. A massa ficou extremamente engordurada e o recheio, por levar muito ovos, ficou com textura de ovo cozido.

O resultado final não me agradou nem um pouco. O Gil comeu bem e a minha mãe terminou com o quiche que sobrou. Segundo ela estava uma delícia... gosto é coisa que não se entende.

De qualquer forma, vou deixar abaixo a receita original e a receita com as minhas sugestões (que estão em negrito). Não rolou uma foto, pois o prato não ficou nem um pouco bonito e apetitiso.

QUICHE LORRAINE
Massa:
200g de farinha de trigo - 1/2 colher (sopa) de maizena para deixar a massa mais seca
4 colheres (sopa) de manteiga - 3 colheres (sopa) de manteiga
1 ovo
1 colher (sopa) de água
pitada de sal

Recheio:1 e 1/2 xícara (chá) de creme de leite - 2 xícaras de creme de leite3 ovos graúdos - 2 ovos, sendo a clara batida em neve e depois acrecida da gema
60g de bacon - pelo menos 100g para dar gosto
100g de queijo gruyère - pelo menos 200g para dar gosto
sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto

Modo de preparo
1) Prepare a massa colocando a farinha de trigo em um mármore (coloquei em uma vasilha mesmo para não fazer tanta bagunça). Bata levemente o ovo com a água e o sal e adicione à farinha. Ligue massa. Deixe descansar por 20 minutos. Abra a massa com um rolo de macarrão e forre o fundo e as laterais de uma assadeira com aro removível de aproximadamente 22 cm de diãmetro por 2 cm de altura.

2) Pique grosseiramente o bacon e leve a uma frigideira para dourar. Retire e coloque em papel absorvente. Bata a clara em neve, acrescente as gemas e depois o creme de leite. Tempere com sal, pimenta e noz moscada.

3) Coloque um pouco da mistura na travessa, mesclando com o bacon e o queijo ralado grosso. Cubra com o restante do creme e leve ao forno para assar. Asse em forno médio por cerca de 30 minutos ou até o recheio firmar e a torta estar levemente dourado. Deixe esfriar um pouco antes de cortar.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O conceito de "no sense"

Se você ainda não sabe ao certo qual é o conceito de "no sense" é só assistir o vídeo abaixo. Se mesmo assim não entender, pode desistir.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

E, de repente, o envelhecimento

É impressionante como algumas coisas acontecem na nossa vida e parecem nos envelhecer anos e anos. Algumas vezes esse envelhecimento é físico, em outras ele é mental e em poucas ele se reflete em amadurecimento.

Nesse mês eu passei por dois desses. O primeiro deles foi o que me marcou mentalmente. Pela terceira vez em minha vida serei titia. Nenhuma novidade nisso, afinal já tenho o Arthur e o Alexandre, filhos de minha querida amiga Carlinha. A grande nova dessa vez é que meu novo sobrinho é o filho da Gy com o Ricardo - grandes amigos que eu e o Gil conseguimos "juntar" em uma força tarefa de cupido.

Esse acontecimento me fez perceber a minha idade. A Gy, assim como eu, tem 26 anos e está prestes a se tornar mamãe. Não que haja algum problema nisso, mas o simples fato de alguém que tem a mesma idade que eu estar assumindo tamanha responsabilidade me faz perceber que eu também tenho idade para tal... é um tanto quanto assustador.

Outro dia desses me peguei impressionada porque a irmã de uma amiga estava noiva aos 23 anos. Achei um tanto quanto precipitado... segundos depois me lembrei que com essa idade eu já estava casada e minha mãe já me tinha. Acontece assim... a gente nem percebe e vai ficando mais velha.

O segundo acontecimento me deixou mais madura. Infrentei esse ano a pior crise profissional que eu já pude imaginar até o momento. O grande problema é que a crise era interna, mesmo tenho influências externas, mas o foco principal era EU. A forma como EU me sentia, a forma como EU reagia, a forma como EU lidava. Enfim, era um egocentrismo do caramba que estava me empurrando para um fundo sem fim.

E no meio desse turbilhão todo encontrei dois apoios muito importantes na minha vida. O primeiro deles foi meu chefe, o qual considero como um grande amigo (puxa saquismo a parte, pois sei que ele lê o blog). Esse cara, que muitas vezes me faz sentir a pior das profissionais, é ao mesmo tempo meu maior incentivador e a quem devo muito do que sei hoje. E, através dele, pude conhecer uma excelente orientadora. Juntos conseguimos tirar esse EU de mim mesma e revelar alguém que eu nunca imaginei ser.

Esse foi um momento marcante para mim. Cruzei uma barreira com a qual vinha lutando muito tempo e deixei o papel de vítima da minha própria carreira para me tornar a domadora dela. É estranho, mas a minha visão simplesmente mudou. É como usar óculos pela primeira vez quando se descobre a miopia: tudo fica claro e você não entende como pode supor durante tanto tempo que aquela visão turva era o certo.

É assim... ou a gente envelhece ou amadurece. Nessas horas eu prefiro acreditar que a vida é como os vinhos... fica melhor a cada ano que passa. Tento transformar todas as passagens em amadurecimento, mas confesso que é difícil quando se usa a palavra "tia"... rsrsrsr

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O meu novo presente



Ontem ganhei um super presente do maridão. Trata-se da edição revisada do guia de culinária "Dona Benta". Nem é preciso dizer que estou completamente apaixonada pelo livro. Fanática com cozinha que sou, já devo ter lido umas 40 páginas só ontem. A edição tem de tudo - de receitas a como preparar uma mesa.

Inspirada no filme Julie & Julia, onde uma atendente de telemarketing decide traçar um objetivo para sua vida e escolhe cozinhar todas as receitas de um antigo guia de culinária francesa, eu vou me comprometer a fazer uma receita do meu livro por semana.

É claro que eu não vou fazer todas elas, até porque eu e o Gil somos muito chatos com comida, mas me comprometo a fazer todas que nós comemos. Será um desafio e tanto, levando-se em consideração minha mega preguiça de todos os finais de semana.

Nesse momento estou dando uma folheada para tentar decidir qual será a receita da semana... assim que descobrir eu conto.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Péssimo atendimento? Não obrigada....

Eu não sei ao certo o que acontece, mas o péssimo atendimento tende a me seguir no Espírito Santo, seja lá onde for. Eu já devo ter contado umas três ou quatro histórias aqui no blog, mas confesso que essa vez superou todas as outras.

Como muitos sabem, eu sou míope daquelas que não enxerga um palmo na frente do nariz e nesse final de ano precisei rever as minhas lentes. Não gostou muito de gastar dinheiro com óculos, então fui à busca daquela pechincha básica no centro de Vila Velha.

Depois de bater canela por umas duas horas, achei um excelente preço nas ÓTICAS DINIZ. Se fosse uma ótica pequena eu teria desconfiado do valor, mas como estamos falando de uma rede nacional, que investe milhões em propaganda, achei que estivesse fazendo um bom negócio... só achei.

Foram seis dias de espera para ter os meus óculos escuros de volta. Nesse meio tempo eu quase enlouqueci andando nesse sol de 40 graus à sombra (fotofobia total). Finalmente, na data de buscar o meu queridinho tenho uma deliciosa surpresa: a armação estava completamente estragada.

Pois é... entreguei um óculos praticamente novo e em excelente estado e eles me devolveram uma armação completamente fosca, como se tivesse 100 anos de uso. Além disso, as lentes estavam horríveis e mal colocadas.

Tentei ser uma consumidora paciente e dei à ótica o tempo necessário para ela tentar solucionar o problema. Primeiramente me prometeram cuidar do caso e me ligar em dois dias. Vocês me ligaram? Pois é, nem eles. Sendo assim, tive que apelar para a baixaria – afinal o povo só atende cliente que dá barraco.

Cansei de discutir com vendedora que não ajudaria em nada. Busquei logo falar com a central da ótica e, por incrível que possa parecer, fui muito bem atendida lá. Fui simpática, mas muito enfática em meu objetivo. Queria os meus óculos corretos ou outro produto perfeito no lugar.

Depois de uns 10 minutos de conversa e várias ligações trocadas consegui o que queria. A ótica acabou me ressarcindo com uma armação nova. Fui no dia seguinte escolher e até me impressionei com o atendimento tão diferenciado. Colocaram a minha disposição várias armações de valores variados. Acabei ficando com uma que nem era tão cara (mais ou menos no valor da minha anterior), mas que gostei bastante.

No fim, calculo que fui à ótica umas oito vezes em duas semanas. Gastei pelo menos 30 minutos de telefone tentando resolver os problemas e perdi uma armação de óculos que eu tinha verdadeira paixão. Risquei mais uma marca da minha lista e não pretendo voltar lá por muito tempo.

Como publicitária fico louca com esse tipo de situação. No centro de Vila Velha deve haver cerca de 20 óticas – uma ao lado da outra. O mais difícil a loja conseguiu: chamar a atenção do cliente e vender. Eles conquistaram mais um cliente... ele só precisava ser bem atendido. Em compensação, o produto volta com defeito e o cliente é feito de palhaço.

As marcas não entendem que um cliente insatisfeito gera mais propaganda negativa do que um cliente satisfeito pode gerar de positivo. Contei pelo menos 30 contatos diretos meus que já anotaram o nome da loja e que não vão lá de jeito nenhum.

Resolver o problema depois de chatear o cliente não tem o mesmo valor. O cliente quer solução imediata, ou melhor, ele quer atenção imediata. Trocaram os meus óculos e me pediram mil desculpas, mas a única coisa que vou lembrar dessa história toda foi ter sido compreendida como uma mentirosa, como uma aproveitadora que “dá show” para sair ganhando.

Não tenho certeza de muita coisa, mas posso garantir que mentirosa eu não sou...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Mais é menos

A famosa frase "mais é menos" também pode ser muito bem empregada na publicidade. Assisti nessa semana uma propaganda do Banco de Árvore e confesso que demorei muito a entender o que o VT queria passar.

Primeiramente, o material é grande demais. Tem muitos detalhes e uma linguagem lenta - o que torna o VT ainda mais cansativo. Em segundo lugar fala-se muito, mas diz pouco. A gente fica basicamente o VT inteiro na dúvida de onde aquela falação toda vai chegar e a marca do cliente só aparece mesmo no final.

Essa somatória de demasias não podia resultar em outra coisa: catástrofe! Caso o espectador tenha a paciência de assistir o VT inteiro ele vai ficar com cara de interrogação no final - do tipo "por que demorou tanto para dizer que era só isso?". Na pior das hipóteses ele desiste logo no início e troca de canal (o que eu faria se não fosse uma publicitária que ficou intrigada com a má qualidade do produto).

Deixo abaixo o vídeo para quem tiver interesse de perder um minuto e dez segundos do seu tempo para avaliar a qualidade desse texto publicitário.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A solidariedade

Depois de mais de dez dias sendo noticiado em cada programa da TV brasileira, falar do que está acontecendo no Rio de Janeiro é muito complicado. É quase impossível abordar um prisma que ainda não tenha sido mostrado. De qualquer forma, quero falar um pouco sobre isso aqui no blog.

Assistindo hoje a mais uma das inúmeras matérias vi um tipo de solidariedade que nunca imaginei possível. Em certo momento da reportagem o jornalista virou a câmera para um grupo muito incomum: os trilheiros. Sim, aqueles caras que fazem trilhas com motos.

A primeira vista não consegui entender nada. Não se tratava do quadro "Esporte Solidário"... era no Mais Você. E então a matéria foi se desenvolvendo e percebi que os trilheiros alí eram voluntários. Seu trabalho era levar alimentos para as comunidades que estavam completamente isoladas e que não tinham como ser alcançadas por caminhões ou carro.

Essa atitude me tocou muito, pois percebi que no trabalho voluntário toda e qualquer especialidade é importante e significativa. Eu nunca imaginaria um trilheiro trabalhando dessa forma e no entanto lá estavam eles. Fiquei emocionada com a disponibilidade daqueles homens e como eles se esforçavam para salvar vidas.

Antes disso eu já estava pensando como a minha especialidade poderia ser utilizada numa situação dessas. Como publicitária eu também teria desenvolvido voluntariamente um sistema de fotos das pessoas em abrigos para que os parentes distantes pudessem reconhecer que aquelas pessoas estavam vivas. Criaria um blog especial sobre esse assunto para diminuir a aflição daqueles que não estavam conseguindo notícias. Sei que a internet lá está precária, mas as redes de comunicação têm acesso a essas tecnologias e poderiam ajudar.

Um desastre como esses tem muito a nos ensinar como pessoas. No meu caso ensinou que de uma forma ou outra, todo tipo de ajuda é relevante e necessária.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Maravilhosa

Estava fazendo a limpa no computador hoje e encontrei uma das propagandas que acho mais pefeita. Bato muitas palmas para o diretor de arte e para o produtor dessa maravilha. Quisera nós, publicitários, que nossa profissão fosse feita apenas de obras de arte como essa.

video

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Dizendo adeus....

Bom, terminei hoje de assistir Gilmore Girls. Depois de 7 temporadas, cada uma com 22capítulos, chegou a hora de dizer adeus.

É um momento esquisito para mim, pois venho acompanhando o seriado há algum tempo, então é como se despidir de um velho amigo que está se mudando para outra cidade. Senti a mesma coisa quando terminei a saga Harry Potter... é simplesmente um vazio - ridículo, afinal estamos falando de coisas que não existem, mas mesmo assim é um vazio.

Quanto a série, em muitos momentos eu gostaria que ela tivesse mesmo chegado ao fim. Já estava um pouco cansada da infantilidade da Lorelay, dos textos muito rápidos e dos longos períodos em que nada acontecia no seriado. Além disso, sou completamente viciada em seriados, portanto perdia quase todo o meu tempo livre assistindo aos episódios.

Entretanto, aprendi muito com a vida dessas duas doidas por completo. Passei a valorizar ainda mais a amizade que tenho com a minha mãe e tenho procurado me arriscar um pouco mais para conseguir o que quero. Também fiquei um pouco mais viciada em café - o que não foi tão bom assim

Em relação ao capítulo final, não tenho como descrever algo melhor. Li alguns posts dizendo que o fim não fazia sentido, mas não é verdade. A despedida foi genuína e marcada pelo fim do enredo principal - o relacionamento diário entre mãe e filha, já que agora a Rory vai partir para uma nova jornada

É assim, com um mixto de alegria e tristeza, que me dispeço dessas duas adoradas personagens e de sua cidadezinha simplesmente divina onde eu adoraria morar. Para alimentar meu vício fico agora no aguardo do recomeço da temporada do Grey's Anatomy.... sábado tem capítulo

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Tudo novo... de novo

"Adeus ano velho, feliz ano novo, que tudo se realize no ano que vai nascer. Muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender..."

E, com essa musiquinha que toca desde que eu era um bebê, começo mais um ano. Esse período é ideal para fazemos aquela contabilidade de final de ano. É hora de rever tudo o que fizemos no ano passado, olhar para os nossos antigos objetivos e definir o que conseguimos ou não. Também é tempo de novas resoluções, de pensar no que faremos com os próximos 365 dias que o novo ano nos promete.

Sendo assim, resolvi fazer o meu balanço aqui no blog. Busquei nas postagens antigas e achei as minhas resoluções para 2010. No início do ano passado, eu listei os objetivos abaixo e cumpri quase todos:

Em 2010 eu vou:
* tirar férias (depois de 4 anos) - consegui tirar três férias para ser sincera... não dá para dizer que não descansei nesse ano.
* comprar uma moto - em maio eu consegui realizar esse grande sonho e confesso que foi o melhor presente que eu já me dei na vida... não sei o que seria de mim sem minha motinho.
* viajar para buenos aires - foi uma das melhores coisas que fiz na vida. A sensação de estar fora do nosso país é incrível e quero repetir essa experiência muitas vezes
* reformar a casa - também conseguimos fazer, apesar de eu não ter gostado muito do resultado. De qualquer forma, o objetivo foi conquistado
* emagrecer 6 quilos - apesar de singelo, esse foi o maior dos desafios e, infelizmente, não consegui concretizar

Com base nas peripércias de 2010, vou tentar listar as resoluções desse novo ano. Infelizmente, minha cabeça está meio confusa para 2011 e não sei o que esperar desse novo momento, mas mesmo assim tentarei cobrir o básico.

Em 2011 eu vou:
* emagrecer 6 quilos
* fazer uma viagem nacional (Florianópolis ou Bahia)
* trocar de carro
* iniciar um curso de dança
* colocar lentes de contato - deixando assim os óculos que uso há 15 anos

São objetivos bem mais modestos que no ano passado, porém envolvem muito mais investimentos, portanto vou arregassar as mangas e começar logo a trabalhar por eles. Hoje mesmo já iniciei o dia com uma série de exercícios - e olha que eu estou de férias!!!


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