Um espaço para falar de tudo: de viagens a culinária, de experiências a dicas, de coisas de casa a discussão de publicidade. Leia, explore e dê a sua opinião. Bem vindo a minha história.
Por mais que eu me esforce, essa roupa não me serve mais. Já tentei de
tudo: fechar a boca, malhar para emagrecer a todo custo, mas mesmo assim ainda não
dá.
Sua falta de elasticidade me espreme e me deixa apertada. Fico
sem fôlego, os pulmões não agüentam e logo paro de respirar.
E dia após dia, a sensação ao vestir algo que não me cabe me oprime. Eu
já não me encaixo nessa roupa e ela, definitivamente, não está mais apropriada
para mim.
Apesar de tudo, eu ainda postergo a doação. Sou sempre a favor de abrir
mão daquilo que já não me é útil para que ele ache utilidade em outro lugar,
entretanto abrir mão de algo tão querido não é tarefa fácil.
Quando esse momento chegar, espero que essa roupa sirva de agasalho a
alguém e traga a essa pessoa o conforto que um dia já senti ao estar vestida com
tão bonita peça.
Dizem que política e religião são dois assuntos que não se
discute. Eu incluiria nesse hall de “tabus” o assunto carro. Ai você se
pergunta: mas por que carro, Gaby? Esse é um dos assuntos preferidos do
brasileiro e os homens adoram falar a respeito. Como assim ele não deve ser
discutido?
Não digo simplesmente falar de carro, mas sim sobre a
escolha deles. Já pararam para perceber como a escolha de um carro é pessoal? É
mais ou menos como escolher um político ou uma religião: são critérios que
mudam de pessoa para pessoa e, consequentemente, vai ter um monte de gente que
não vai concordar com a sua escolha.
Comecei a perceber isso quando fomos trocar de carro pela
primeira vez. Naquela época a família do meu marido só tinha tido Volkswagen a
vida toda. Para eles era a melhor marca e não havia possibilidade de troca, por
mais que outros automóveis fossem bons. Meu sogro ainda vivia o terror do “Fiat
147” e, por isso, abominava essa marca.
Entretanto, o melhor carro avaliando custo e benefício que
encontramos foi um Pálio. A guerra com o preconceito lá em casa foi sinistra,
entretanto o bolso saiu ganhando. Passamos 4 anos com esse automóvel e em nada
podemos reclamar. Ele nos atendeu muito bem, gastando pouco em manutenção e
rendendo muito em gasolina. Na venda ele continuou na família e tem demonstrado
o mesmo desempenho até hoje.
Foi nesse momento que começou a busca pelo novo automóvel e
ai entrou novamente o meu questionamento sobre gostos muito pessoais sobre
carros. Eu disse que queria manter minha parceria com a Fiat. Tinha alguns
modelos em mente, até mesmo de outras montadoras, mas minha paixão estava com o
Punto.
A maior parte dos meus amigos não concordou comigo. Tenho
uma amiga em especial que disse que nunca compraria um Fiat. Para ela carro e
Chevrolet e pronto. Já outros defendiam categoricamente a Volks e não encontrei
uma única opinião que fosse unânime entre todos os consultados. Confesso que
não vi nenhuma defesa a favor da Ford – e isso foi o máximo de concordância que
encontrei.
Depois de muito pesquisar, fazer um test drive aqui e outro
lá, pendemos mesmo foi para o Pálio. Dessa vez ficamos com o modelo novo que
tem sido um achado em nossas vidas. Além de lindo, o carro é muito econômico e
divino de se dirigir. É bem equipado e o motor responde à altura quando
solicitado. O carro é zero KM, então ainda não posso falar sobre manutenção.
E é aqui, na conclusão, que volto ao tema principal do post.
Não dá para se discutir sobre carros, pois eles são únicos – apesar de
produzidos em série. Cada um dá a sorte ou azar ao comprar um veículo e são as
nossas experiências com ele que vão determinar o amor ou ódio à marca.
Concluo isso com base no vídeo abaixo - que acabei de
assistir no site do “Slogans Sinceros”. Alguém muito revoltado com a Fiat
resumiu sua experiência em uma propaganda muito bem bolada sobre a dificuldade
da manutenção do seu carro. Entretanto, eu sou obrigada a não concordar, pois a
minha história com os meus carros da Fiat é completamente diferente.
Portanto, apenas resumindo, política, religião e carro não
se discute.
O grande sonho da minha vida é poder lavar as cuecas do meu marido em paz e nunca mais ter que me preocupar em trazer dinheiro para dentro de casa. Isso não significa que eu ficaria a toa o tempo inteiro, ou que eu não goste de trabalhar... simplesmente não gostaria de ter essa obrigação enlouquecedora de ser uma profissional e uma dona de casa perfeita - afinal isso não dá certo.
Há muito tempo atrás, antes mesmo do meu casamento, eu li um texto que resume perfeitamente o que penso sobre toda essa modernidade feminina. As feministas que defendem os seus diplomas que me perdoem, mas concordo completamente com essas palavras.
DESABAFO DA MULHER MODERNA
"São 6h... O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede...
Estou tão cansada... não queria ter que trabalhar hoje... Queria ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até...
Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas... Aquário? Olhando os peixinhos nadarem... Se eu tivesse tempo... gostaria de fazer alongamento... Brigadeiro...
Tudo menos sair da cama e ter que engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar.
Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a infeliz matriz das feministas que teve a estúpida idéia de reivindicar direitos de mulher... queria saber PORQUE ela fez isso conosco, que nascemos depois dela...
Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós... elas passavam o dia a bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando as crianças, frequentando saraus, ENFIM, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária.
Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã nem tão pouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconsequentes com idéias mirabolantes sobre 'vamos conquistar o nosso espaço'!!! Que espaço, minha filha??? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés.
Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, pra tudo!!! Que raio de direitos requerer? Agora eles estão aí, são homens todos confusos, que não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da cruz...
Essa brincadeira de vocês acabou nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda.Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard do vôlei.
POR QUE???..me digam PORQUE um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo!!!
Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, e que sapatos combinar, que acessórios usar... tão cansada de ter que disfarçar meu humor, que sair sempre correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas que nem são meus!!!
E como se não bastasse, ser fiscalizada e cobrada (até por mim mesma) de estar sempre em forma, sem estrias, depilada, sorridente, cheirosa, com as unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações (ufffffffffffffffffff!!!!!!!). Viramos supermulheres e continuamos a ganhar menos do que eles... Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?
CHEGAAAAAAA!!!
... eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela...
Ai, meu Deus, já são 6:30,tenho que levantar!..., e tem mais, quero alguém que chegue do trabalho, sente no meu sofá, coloque os pés pra cima e diga 'meu bem, me traz um cafezinho, por favor?', descobri que nasci para servir.
Vocês pensam que eu tô ironizando? To falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna....
O Fiat Bravo é um dos carros mais bonitos da Fiat,
na minha opinião. Desde a primeira vez que o vi dei uma gamadinha, apesar dele
estar completamente fora da minha realidade financeira.
A primeira propaganda de divulgação dele foi muito
legal, fazendo relação ao Guitar Hero – que estava em alta na época. Teve até
uma do Bravo TJet que era fantástica, com dois automóveis azuis correndo em um
espaço completamente negro que foi de encantar os olhos.
Entretanto, o novo comercial, que está no ar para
divulgar a versão 2013 do Bravo é digno de momento Jura?! aqui no blog. O VT se
inicia com um cara que está trabalhando em um escritório dos mais sem graça
quando, de repente, começa a desaparecer (?!). O maluco sai correndo
desesperado (eu também faria a mesma coisa se estivesse sumindo).
O momento Jura?! vem exatamente ai, quando a
locução diz “ó lá, mais um que tem um carro que não diz nada”. O que essa frase
quis dizer? Carros falam agora? E como assim isso está relacionado ao fato dele
estar desaparecendo??????
Tive a nítida impressão que essa frase foi feita
completamente desconexa do VT. Não é possível que redator e diretor de arte
trabalharam juntos para criar esse roteiro. Uma coisa não tem nada a ver com a
outra.
Ai o segundo momento Jura?! surge na frase “ainda
bem que existe o Bravo”, seguido do cara entrando no carro e “reaparecendo”.
Sinceramente, jura que isso é verdade? Nem usando a licença poética como
argumento dá para acreditar nesse roteiro.
O VT termina com a assinatura “Bravo, você com tudo”
que, para fazer sentido nesse roteiro sem noção, teria que ser “Bravo, você
inteiro”... rsrsrsr
Como dois momentos Jura?! em um único comercial
deve ser pouco, ainda há o complemento após a assinatura. O cara encontra outro
em um restaurante e escuta a frase “tá sumido, hem?!”. Sim... ele já não
apareceu depois que entrou no Bravo????
Quer não entender assim como eu? Dá uma olhadinha
no VT abaixo.
Quando falo isso para os meus amigos a reação é
quase como se dissesse “ei gente, vou pintar meu cabelo de laranja com mechas
roxas, o que acham?”. Todo mundo me olha como se eu fosse uma aberração, uma
louca maluca que não tem nada melhor para fazer em suas horas vagas.
Não sou uma noveleira convicta, que assiste
qualquer tipo de folhetim que passa na TV e deixa de sair por conta disso.
Gosto de algumas novelas e segui poucas delas até agora, mas aquelas que decido
acompanhar eu “vejo de perto”.
Minha primeira novela viciante foi “Senhora do
Destino”. É claro que vi muitas outras quando era adolescente e criança, mas
essa foi a primeira que segui de fato depois de mais velha. Eu já fazia
faculdade nessa época, então acompanhava a novela pela internet. Na ocasião a
internet só passava o capítulo completo para quem assinava a Globo.com, então a
pobrinha aqui só lia os resumos e me dava por satisfeita em assistir o capítulo
de sábado.
Logo depois acompanhei “A Favorita”. Essa foi uma
novela bem diferente para o padrão das novelas das 8. Ela me lembrava um
seriado, onde as coisas aconteciam e a toda semana tínhamos uma trama resolvida
e outra nascendo. O maridão me acompanhou nessa logo que casamos, pois ainda
não tínhamos TV a cabo.
Na sequencia, por total falta do que assistir no
horário, seguimos com “Caminho das Índias”. Eita enredozinho chato, com atores
ainda mais chatos e uma escritora que deveria ser cozinheira. Aquele final foi
ridículo, onde toda a trama da novela teve que ser resolvida em míseros 60
minutos e que cada assunto ficou mais mal contado que o outro.
Depois dessas novelas eu basicamente me aposentei
da TV aberta. Assinamos a TV a cabo e a minha paixão por seriados só fez
aumentar (já falei dela aqui). Entretanto, os seriados têm temporadas que
acabam e para me ocupar durantes esses breaks eu voltei a recorrer a novela –
que para um viciado em assistir algo é ótimo por ser diária.
Atualmente meu programa predileto das horas do
almoço é assistir a novela das 7 – “Cheias de Charme”. Desde quando começaram
as chamadas para ela eu me interessei pelo enredo e disse que iria acompanhar.
E fiquei contente ao descobrir que seguir uma novela via internet mudou muito
de quando eu via “Senhora do Destino”.
Os capítulos integrais ainda são privilégio de
assinante, entretanto dá para ver cena por cena no site. Além disso, esse canal
oficial da novela tem um monte de informações bacanas para quem curte os
personagens e dá para antecipar várias coisas que vão acontecer.
E hoje acabei descobrindo mais uma novidade: a
página da novela no Facebook. A TV está sabendo utilizar muito bem os recursos
de interatividade com o público e as redes sociais, aliadas ao site oficial,
estão trazendo muitas informações que colocam os telespectadores não só na
frente da TV, mas também nos bastidores.
Quando eu era bem pequena a minha mãe me explicou o que era doação de órgãos. Naquela época isso não era assunto tratado em público e permanecia como um tabu. Apenas pessoas mais instruídas e que tinham algum tipo de engajamento falavam sobre e o número de doadores era imensamente menor do que é hoje.
Ela era doadora de córneas, um dos órgãos mais sensíveis quando se fala de doação com uma família, e me colocou a parte do que era isso para poder ter a sua vontade de ajudar as pessoas respeitada, caso viesse a falecer e essa decisão fosse minha.
Anos depois a doação de órgãos passou a ser um assunto discutido entre as pessoas. Virou campanha de TV e tivemos uma grande mobilização nacional para que as pessoas se declarassem ou não doadoras em suas carteiras de identidade.
Na minha opinião a vontade de quem parte deve ser respeitada, seja ela qual for, mas pelo que sei quem dá a palavra final hoje é quem fica, portanto de nada adianta você querer doar se não conversar sobre isso com a sua família e fazer com que eles entendam a importância desse ato - que para mim é constituído do mais puro amor ao próximo.
Hoje recebi via Facebook a indicação de uma amiga para uma ação fantástica de propaganda - esse vídeo abaixo. De forma simples e objetiva, a ação coloca a todos no lugar de quem espera por um transplante. É impressionante quando podemos enxergar a vida por um outro prisma e sempre que uma propaganda faz isso com alguém eu bato palmas para comemorar não só a idéia brilhante, mas também a estratégia acertiva que dá o retorno esperado ao cliente.
Ao fim do texto, concluo com o óbvio. Sou doadora de órgãos convicta há anos e já instrui todos a minha volta que o que de mim puder ser tirado para salvar outra vida eu entrego de bom grado.
Há algum tempo atrás eu postei um texto do maridão falando sobre autismo digital. Hoje recebi a recomendação de assistir ao vídeo abaixo, que tem tudo a ver com o assunto.
Acho que está na hora de comandarmos os nossos smartphones - e não sermos comandados por eles. Fica ai a dica...
Enquanto criança isso me fez
muita falta. Naquela época o número de casais separados era muito pequeno,
então todas as minhas amigas tinham um pai para apresentar na escola – e eu me
escondia no fundo da sala rezando para a professora não me chamar para
apresentar o meu.
Quando fui crescendo algumas
figuras masculinas passaram pela minha vida, mas nunca consegui considerá-los
como pai. Não que eu não quisesse, mas simplesmente parecia que essa figura não
deveria fazer parte da minha vida... como se isso não me pertencesse.
Aos 16 anos eu perdi meu pai
biológico. Ele faleceu em um grave acidente de carro e esse foi o momento da
verdade para mim. Com a morte dele descobri que aquela necessidade da figura
paterna havia passado e que o acontecimento em nada me abalava. Não é frieza da
minha parte, mas aquela pessoa era um estranho para mim.
Desde então eu aceitei que a
minha história se resumia a mim e a minha mãe e parei de procurar um pai nos
namorados dela e nos pais das minhas amigas. Ela supriu todas as minhas
necessidades e a partir do momento em que não precisei mais de um pai essa
figura não me fez mais falta.
Alguns anos depois disso minha
mãe conheceu uma pessoa muito legal. Um cara bacana que eu levei muito tempo
para reconhecer. Como disse, eu tinha aceitado a vivência sem esse “pai”, então
não queria ninguém nesse papel mais. Foi uma época bem complicada, onde briguei
muito com o meu ciúme e o meu sentimento de posse.
Demoramos muito para nos
encontrar, apesar dele já morar na minha casa há algum tempo. Custei a
reconhecer que aquela pessoa era diferente e que gostava de mim de uma forma
muito especial – forma essa que eu nunca havia sentido.
Com o tempo as minhas barreiras
foram caindo e, quando eu já não poderia mais imaginar, essa figura paterna
entrou na minha vida. Ele é para mim como um anjo da guarda. Me cuida, me dá
carinho e muito luxinho. Nosso relacionamento é sólido e tenho por ele um amor
muito forte e verdadeiro.
Infelizmente a idade não me
permite mais chamá-lo de pai, afinal seria um tanto quanto ridículo nessa
altura do campeonato. Entretanto, ele virou carinhosamente o meu “paixinho” e
ocupa em meu coração esse espaço que por tanto tempo esteve vago e que para mim
já havia morrido por tanto descaso.
No caso de algum dia ele passar
por aqui, gostaria de dizer que o amo demais e quero agradecer por tudo o que
tem feito por mim. Desde os carinhos, até a quebração de galho. Do amor a minha
mãe, a amizade que tem com o meu marido. Thi, gostaria muito que você soubesse
que a sua presença é essencial nessa família.
Será que são todas as pessoas que se questionam
onde a vida os levou? Usualmente acordo e me deito com essa pergunta na cabeça.
Qual é o objetivo de tudo e, principalmente, será que os caminhos fazem sentido?
Não acredito em destino – aquela história em que
tudo na nossa vida está traçado e que não podemos fazer nada de diferente do
que já foi determinado. Também não acredito na força de Deus em guiar nossos
caminhos. Odeio pensar que tudo o que acontece comigo foi porque “Deus quis” e
fica por isso mesmo.
Entretanto, acredito na força do universo e que é
ela que, às vezes, nos coloca em certas posições. Tenho para mim que algumas
coisas estão pré determinadas, mas que o caminho até elas pertence ao livre
arbítrio. Pode-se chegar lá de forma fácil, ou a jornada pode ser mais
espinhosa. Entretanto, o final será o mesmo.
Há momentos na minha vida em que esse questionamento
se torna muito mais persistente. Nesses momentos eu gostaria de ser outra
pessoa. Ter uma personalidade mais forte, ir além de quem eu sou para mudar
aquilo que me incomoda.
Queria poder ir além e desafiar o meu próprio medo
e fazer com que a minha vida valesse a pena. Gostaria muito de lutar por algo,
acreditar em algo e viver por isso. Não precisava ser uma causa para salvar o
mundo... eu ficaria feliz por me descobrir uma ótima dona de casa e viver assim
para sempre.