segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Frase da semana

"Vê se ao menos me engole, não me mastigue assim"
                                                                                                                  Cazuza

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Como planejar uma viagem - 4º capítulo



Montar o roteiro é a parte mais legal da viagem, mas também a mais complexa. Pessoas um “pouquinho” controladoras – tipo eu – têm um pouco de dificuldade de se jogar em uma nova cidade sem saber o que as espera, então planejar o que fazer é inevitável. Mesmo que você não seja assim, vale dar uma olhadinha em algumas dicas que podem te orientar – não a fixar totalmente o que fazer, mas encontrar o que há de melhor em cada cidade.

Onde ficar
Pra mim é um dos pontos mais críticos. Não sou totalmente fresca, mas também não considero que hotel seja feito só para dormir. Para definir onde vou ficar em uma viagem utilizo algumas técnicas:

1)      Pesquise o melhor lugar da cidade: visite vários sites e blogs que contem um pouco da cidade e de seus atrativos. “O melhor lugar da cidade” é aquele onde você vai poder ir a mais lugares que te interessam a pé, pois assim dá para ver bastante coisa e economizar em transporte. Se for uma cidade pequena, isso interfere pouco e, nesses casos, para ter uma referência de onde fica o “centro”, localize em um mapa onde estão os bancos. Se você parar para reparar irá perceber que as agências bancárias, em qualquer cidade, são muito bem localizadas.

2)       Decidindo entre as opções: definido onde você quer ficar, faça uma pesquisa de preços nos hotéis da região. Para descobrir esses lugares eu sempre faço duas buscas:
  • Booking – é um site de hotéis pela internet e vai te apresentar diversas opções.
  • Google Earth – dá para localizar a região e pedir que ele te mostre os hotéis e pousadas que tem em cada rua (OTIMA FERRAMENTA).


Normalmente eu não costumo comprar por sites de hotel. Prefiro mandar um e-mail direto para o estabelecimento e, posso garantir, acaba saindo mais barato. Além disso, gosto de entrar no site de cada um e olhar o que oferecem em termos de quarto, lazer e café da manhã.

Para facilitar a minha vida nessa parte de orçamentos, pois sempre vejo o preço com pelo menos uns 10 hotéis, tenho o hábito de fazer um mapa personalizado no Google Maps. Nele eu vou marcando a localização dos hotéis e os preços. Dessa forma, consigo visualizar quem me oferece a melhor opção entre pagar barato e ficar mais perto dos meus pontos de interesse, além do fato de eu não ter que ficar voltando para o site do hotel para lembrar onde ele fica na hora do orçamento ou de bater o martelo. Usar essa técnica é muito fácil e, a quem interessar, segue um vídeo simples de como fazer. 



3)        Batendo o martelo: tendo em mãos os hotéis que fiquem dentro da minha expectativa de localização e custo, sigo dois últimos passos antes de fechar: recomendação e visão do local – ambos bênçãos que a internet nos proporciona.

A recomendação é simples. Vá em sites como o Booking , TripAdvisor, Hoteis.com e Reclame Aqui. Os três primeiros são sites de viagens e os hóspedes costumam deixar a sua avaliação, analisando itens como higiene, conforto e serviço. Sempre vão existir opiniões negativas, então pondere bem e veja o que é mais importante para você. Já o Reclame Aqui vai te dar uma visão de problemas mais sérios e, se seu hotel aparecer nesse site, evite ficar nele.

Já a visão do local é alcançada através do Google Street View, onde você vai,  literalmente, ver se o lugar condiz com o que o site apresenta. Essa ferramenta é excelente, pois você consegue mensurar as distâncias e, principalmente, garantir que está ficando em um lugar bacana. É o fim das surpresas desagradáveis.


Onde comer
Meu principal meio de busca são blogs. Os sites especializados são bem legais e trazem muita informação, mas os blogs são pessoais e você sempre encontra relíquias naquilo que as pessoas trazem para seus ambientes virtuais.

Dia desses recebi um comentário no meu post de Arraial D’Ajuda onde um leitor me disse que já tinha ido à cidade, mas não tinha percebido tudo o que eu vi. Ai está a graça: quem tem um blog olha tudo com o interesse de compartilhar, então acaba trazendo muita coisa legal de suas experiências.

Como “o que comer” é muito relativo, vamos nos ater a pequenas dicas do que aproveitar em uma cidade nova em termos de gastronomia:

1)       Economize no almoço para gastar na janta: normalmente é uma ótima opção, pois o jantar é sempre algo mais pomposo e, obviamente, mais caro.

2)   Comida típica: não deixe de experimentar uma comida típica do lugar. Gramado, por exemplo, é famosa por seus fondues – que são indispensáveis. Mesmo que a grana esteja curta, reserve um dinheirinho para pelo menos um jantar que pode ser inesquecível.

3)     Lanches rápidos: outra boa opção são as padarias. Elas são muito parecidas em todo lugar e vão te oferecer um lanche rápido com um custo bem viável.


Onde ir
Aqui sim os sites especializados vão te dar uma visão mais ampla da cidade e te apresentar todas as opções turísticas. Mesmo assim, não deixe de olhar os blogs, pois eles vão trazer aquela visão mais intimista e é possível que você encontre um lugarzinho super legal para visitar, mas que não é tão turístico assim.

Nessa pesquisa mapeie quais são os pontos que combinam com você para montar um roteiro. Depois de listar todos eles, fique atento às seguintes informações:
  • Dias e horários de funcionamento
  • Restrições de entrada (idade / altura / alimentos / câmera fotográfica)
  • Recursos disponíveis (estacionamento / aluguel de bicicletas)
  • Tickets de entrada (valor / forma de pagamento / como comprar)

Essas informações parecem um saco, mas são essenciais na montagem de um roteiro. Já passei por situações onde programei um determinado ponto turístico em um dia que ele não abria e fiquei sem fotos por ter que deixar a máquina fotográfica onde ela não podia entrar.

Para parques de diversões, como a Disney ou os nacionais Playcenter e Hopi Hari, a grande dica é estudar o mapa do parque com antecedência. Nesses lugares o “onde ir” fica por conta dos brinquedos que você quer andar ou das atrações que quer assistir. Analisar o mapa antes vai te permitir conhecer o parque e chegar mais rápido nesses lugares. Dessa forma você economiza tempo andando (e se perdendo) e, no fim do dia, vai ter ido a muito mais atrações sem ter se cansado tanto.


Sobre montar roteiros, a minha grande inspiração veio de uma série que assisti há muitos anos: Desempacotando com Ricardo Freire. O Ricardo é, como ele mesmo diz, um viajante profissional e sua função é trazer coisas novas e diferentes. O site dele é feito por vários jornalistas e também por construção coletiva dos leitores. Já a série é composta por vídeos super legais. Vou deixar abaixo o 1º capítulo de uma que adoro. Daí pra frente, basta seguir o “próximo vídeo” no Youtube que você encontra todas as que ele já fez até hoje. Vale a pena assistir.




OUTROS CAPÍTULOS DA SÉRIE:
Como planejar uma viagem - Planejamento. Acesse aqui
Como planejar uma viagem - Escolhendo o destino. Acesse aqui
Como planejar uma viagem - Como chegar. Acesse aqui

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Como planejar uma viagem - 3º capítulo




Com a viagem escolhida, a próxima pergunta a ser feita é “como chegar ao destino”. Para viagens internacionais a resposta é muito simples e evidente, mas há casos em que é preciso ponderar os meios de transporte existentes.

Indo de avião:
Com as diversas promoções disponíveis, ir de avião se tornou uma opção muito viável. Escolhendo esse meio de transporte você deve se preocupar, principalmente, com as regras dos aeroportos e peso das bagagens. Isso muda de lugar para lugar, então cheque todas as informações possíveis se você vai, por exemplo, fazer um tour pela Europa e visitar mais de um país.

A compra das passagens pode ser feita por uma agência de viagens ou por você mesmo. O processo das companhias é sempre chatinho, mas dá para fazer sem ajuda muito tranquilamente. Gosto muito desse post do Melhores Destinos, pois eles explicam muito bem qual a melhor hora de comprar para garantir os melhores preços. Esses “prazos” devem ser previstos no seu planejamento.

A grande questão de ir de avião é que você vai precisar de paciência (SEMPRE), pois esse é o meio de transporte em que mais se espera e onde acontecem os maiores transtornos, como troca de horários, cancelamento de voos e extravio de bagagens. Mesmo quando tudo dá certo, o ambiente e burocracia dos aeroportos e aviões são cansativos e estressantes, então vá de mente aberta e foque no objetivo final: checar ao seu destino paradisíaco.

Como dica para esse meio de transporte eu diria que é levar na bagagem de mão o que é indispensável para a viagem (documentos), produtos que possam sofrer quebras (maquiagem) e uma muda de roupa para o caso de extravio de malas.

Indo de ônibus:
É uma opção interessante para quando se está com pouca grana ou o destino que escolhemos não tem aeroporto por perto. Às vezes, se torna um meio de transporte complementar em nossas viagens, pois descemos do avião e pegamos um ônibus para um destino próximo.

Nesse transporte não há limite de bagagens e nem a burocracia do transporte aéreo, entretanto as viagens são bem mais longas. Sempre gostei de viajar a noite, pois fica mais fácil dormir e não ver as horas passando. Para quem tem essa dificuldade recomendo tomar um Dramim 30 minutos antes de embarcar... é tiro e queda.

A dica é levar em uma bolsa de mão (que vá ficar no bagageiro perto de você) um lanchinho próprio, pois além de tudo ser muito caro nas paradas, a procedência dos produtos costuma ser duvidosa e uma dor de barriga ou enjoos podem acabar com a sua viagem.

Em termos de custos, é uma opção mais viável para quando viajamos sozinhos ou, no máximo, com mais uma pessoa.

Indo de carro:
Pode ser a opção mais trabalhosa, mas na minha opinião é a melhor de todas. Escolhendo o carro você tem flexibilidade e pode ir fazendo a viagem mais tranquilo, parando em lugares que forem de interesse e curtindo não só o destino final, mas também a estrada.

Nesse caso, o planejamento começa pela manutenção do veículo. Ao escolher o destino verifique se o seu veículo está em condições de fazer a viagem. Caso sim, uma semana antes de partir deixe o possante na oficina para uma revisão geral. Cheque motor, água, óleo, freios e pneus. Garanta que o step está em dia e que todos os itens de segurança estão funcionando.

Esse meio de transporte é ideal quando a viagem é em família, principalmente com crianças, pois fica mais fácil distraí-las e “controlá-las”. O ideal é viajar em até 4 pessoas para que o carro não fique muito cheio e torne a viagem desconfortável.

Por não ter nenhum limite de bagagem além do espaço disponível no carro, vale aqui um controle maior do que levar. Limite-se ao que você realmente precise na viagem. A dica é “fingir” que vai de avião e pensar que aquilo que faria você pagar por excesso deve ficar em casa.

No capítulo de orçamento vou falar sobre o custo de cada uma dessas viagens e como avaliar qual delas é melhor de acordo com a verba que temos disponível.


OUTROS CAPÍTULOS DA SÉRIE:
Como planejar uma viagem - Planejamento. Acesse aqui
Como planejar uma viagem - Escolhendo o destino. Acesse aqui

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Como planejar uma viagem - 2º capítulo





A escolha de “para onde ir” pode ser determinada por uma série de fatores. Tem sempre a casa de amigos e familiares em lugares legais, aquelas viagens que sonhamos fazer ou algumas promoções que surgem do nada e nos garantem uma oportunidade incrível.

Viagem dos sonhos: se você é como eu e quer conhecer um milhão de lugares, o ideal é montar uma listinha com as viagens dos sonhos. Anote nela aquelas cidades que são indispensáveis e mantenha a lista sempre em mente como um objetivo a ser seguido. A vantagem desse método é que não nos perdemos ao vermos um monte de lugares fantástico para se viajar e vamos deixando de lado aqueles que sempre nos interessaram.

Aproveitando as promoções: uma estratégia para “maximizar” o seu rico dinheirinho é pautar as viagens nas promoções que surgem por ai. O melhor site que eu conheço para pesquisa de passagens é o “Melhores Destinos”. Quando a ideia de viajar e o período estiverem definidos, comece a olhar o site todos os dias. Já cheguei a encontrar ida e volta para Buenos Aires saindo de São Paulo a R$ 189,00... isso é praticamente de graça.

Independente de como você escolha o destino, é importante que, antes de bater o martelo, você pesquise e planeje os seguintes pontos:

Quando ir:
Busque em quais períodos é melhor visitar o lugar. Alguns lugares turísticos dependem de condições climáticas e outros possuem uma sazonalidade muito específica. Dois exemplos práticos: ir ao Peru na época de chuvas é impossível e visitar a Disney durante as férias de julho vai garantir que você fique, pelo menos, 4 horas na fila de um brinquedo.

Pesquise as épocas de baixa temporada. Em algumas cidades ela não é tão baixa assim e dá para curtir quase as mesmas atrações, entretanto sem filas e com preços muito abaixo da tabela. Para as cidades que dependem de clima, escolha um mês antes ou um depois da alta temporada. Vão te garantir a mesma sensação térmica, mas como economia incomparável.

Calendário de eventos:
Verifique se no período das suas férias não há nenhum evento especial acontecendo no seu destino (vale apenas quando você não está indo EXATAMENTE por conta do evento). Imagine programar suas férias para o Rio de Janeiro na semana do Rock in Rio? Passagens muito caras, hotéis lotados, valores abusivos no comércio e milhões de pessoas na rua... e você só queria descansar.

Questões legais:
Assim que se escolhe possíveis destinos para a viagem é preciso ficar atento às questões legais, principalmente documentação. Pesquise se:
1)        Há necessidade de visto para entrar no país: caso haja, você precisa ficar atento aos prazos para emissão desse material. O passaporte brasileiro leva normalmente de 30 a 40 dias para ficar pronto e você vai precisar dele para qualquer visto. Depois verifique os trâmites legais do visto em si e se programe para mais uns 30 a 60 dias entre entrevistas, documentos e entrega do material já pronto. Preste bastante atenção nos itens de validade de visto e passaporte, pois eles podem impedir a sua viagem. Faça esses passos com bastante antecedência e, preferencialmente, antes que você feche o seu pacote de viagens, pois se algo der errado ainda dá tempo de mudar de planos.

2)        Vacinas ou outras prevenções: muitos anos atrás viajei para Brasília e meu ônibus foi parado no meio da rodovia para aplicação de vacina de febre amarela em todos os passageiros. Quem não se submetesse não era autorizado a entrar na cidade. Nesse caso, havia um esquema de saúde montado, mas se fosse em outro país seria apenas exigido o comprovante de que você está seguro contra a contaminação. Se não tiver o comprovante... já era a viagem. Essa situação é mais rara atualmente, mas não custa evitar. Um bom caminho é acessar o site da Anvisa (dica das amigas Fabi e Pri), onde você encontra a lista de lugares que exigem vacinação.


OUTROS CAPÍTULOS DA SÉRIE:
Como planejar uma viagem - Planejamento. Acesse aqui
Como planejar uma viagem - Como chegar. Acesse aqui


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Como planejar uma viagem - 1º capítulo




Viajar é uma delícia. São nesses momentos que a gente esquece as pressões do dia a dia e tem a oportunidade de conhecer coisas novas. Enquanto estamos em uma viagem queremos que tudo dê certo e cada momento seja aproveitado apenas para o lazer. Para isso precisamos de um bom planejamento.


“Planejamento? Mas eu só quero me divertir!”

É verdade que quando pensamos em nos divertir estamos relacionando a um momento de lazer, onde vamos fazer apenas aquilo que for legal e nos der "na telha". Entretanto, é através do planejamento, um simples estudo prévio, que conseguimos garantir que durante a viagem tudo seja só diversão – e não um conjunto de surpresas desagradáveis.

Como o assunto é enorme e tem vários pontos a ser abordados, resolvi fazer uma “série” de posts. Vou focar no que costumo planejar em cada uma das minhas idas e vindas. Normalmente sigo esquema que está desenhado abaixo e vou deixar nos posts o meu passo a passo para garantir que cada um desses pontos sejam seguidos e, assim, que eu possa fazer uma ótima viagem.





OUTROS CAPÍTULOS DA SÉRIE:
Como planejar uma viagem - Escolhendo o destino. Acesse aqui
Como planejar uma viagem - Como ir. Acesse aqui.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Leve

Ela podia escolher o que quisesse da vida: do dinheiro ao amor eterno, da felicidade instantânea ao reconhecimento de todos. De todas as opções possíveis, ela escolheu a leveza.

Era disso que ela precisava para encarar os desafios de forma animadora, para fazer planos despreocupadamente e para se levar a sério, mas rir da própria cara.

A leveza mostraria a ela uma nova vida, onde as coisas simples são aproveitadas ao máximo e que os problemas são considerados apenas quando existentes. A levaria a um mundo onde angústia faz parte de drama de novela e stress pertence aos caras da Bolsa.

De fato, ser leve faria com que ela pudesse voar e encontrar novos rumos. Rumos esses que trariam liberdade – coisa que ela nunca teve por estar sempre presa aos seus próprios padrões e paradigmas. Mais do que das pressões do mundo, ela estaria livre das suas próprias amarras.


E assim ela se tornaria uma pessoa plena, pronta para tomar todas as decisões que a vida exige sem o peso desnecessário que elas trazem. Apenas sendo leve, exercendo o simples exercício da leveza.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Beleza interior e exterior



Não é a toa que a Dove foi a grande queridinha do Festival de Cannes com sua campanha “Retratos da Real Beleza”. Dar às pessoas a oportunidade de se enxergar através dos olhos alheios é uma coisa impressionante.

Praticamente todo mundo que conheço se emocionou com essa ação – e não é para menos. Apesar do foco ser a visão exterior, o vídeo nos faz pensar também sobre o que vemos de nós internamente.

Já reparou quantas fraquezas você enxerga em si mesmo? Vai da insegurança a incapacidade de agir, do perfeccionismo a falta de conhecimento. Pior do que só enxergar é a “super importância” que damos a essas nossas visões. Assim como em um nariz torto, achamos que isso é extremamente visível e evidente para todos que convivem conosco.

Entretanto, ao perguntar a outra pessoa o que ela pensa de você, essas coisas são as que menos aparecem. Dia desses perguntei ao meu marido o que ele achava de mim em termos de personalidade. “Você é uma das pessoas mais tranquilas que eu conheço”. Ainda bem que ele é quem estava dirigindo, pois se fosse eu teria provavelmente batido o carro.

A verdade é que “uma das pessoas mais tranquilas que eu conheço” é uma qualidade que eu nunca me daria, nem nos delírios mais profundos. Nunca vi isso em mim, mas foi a primeira resposta dele, sem pestanejar. Fiz o processo contrário e ao afirmar que ele se motiva com os desafios impossíveis foi a vez dele de não acreditar em mim.

E assim seguimos em nossas vidas pessoas e profissionais, sempre subestimando nossas qualidades e superlativando nossos defeitos. Deixamos que nossos preconceitos a respeito de nós mesmos ditem as regras do jogo, desvalorizando aquilo que poderia ser potencialmente proveitoso e satisfatório.

Termino o texto postando o vídeo mais babado do ano (na verdade to bem atrasadinha na matéria) para deixar a o pensamento a todos... vamos dar valor a nossa real beleza – interior e exterior.

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