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segunda-feira, 23 de março de 2015

Los Chicos: experiência mexicana além da comida



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Adoro ser impactada por uma ação de marketing. Por ser publicitária, e entender como elas funcionam, raramente sou surpreendida, mas devo dizer que o Los Chicos de Vila Velha não só conquistou meu estômago, mas também cativou a minha atenção e reservou um espaço muito importante para a marca dele em minha mente.

Era aniversário da minha mãe e resolvemos proporcionar a ela uma experiência diferente: conhecer a comida mexicana. Já apaixonados por essa culinária e pelo restaurante, a levamos ao Los Chicos. Logo na chegada rolou o clássico “sentamos embaixo ou em cima” entre os convidados e, enquanto o paciente garçom aguardava o impasse, soltei “mãe, é o seu aniversário, então você decide”.

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Esse foi o único comentário ou citação sobre a data especial. Não fiz nenhuma reserva no restaurante ou comuniquei ao garçom que nos serviu no andar de cima. Entretanto, ele foi suficiente para uma noite espetacular. Sempre fomos bem atendidos, mas desta vez eles se superaram.

Expliquei que era a primeira vez da minha mãe na cozinha mexicana e, daí para frente, foi sugerido a ela pratos e bebidas que representassem bem a culinária. Ela foi tratada com todo o carinho possível, sem falar nos mimos. Os sombreiros mexicanos foram disponibilizados para as fotos, com direito a fotógrafo/garçom à disposição – sempre com muito bom humor e atenção.

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Ao fim da noite, quando já estávamos mais que satisfeitos e encantados, fomos surpreendidos pelo apagar das luzes e uma trilha sonora mexicana começando ao fundo. O que acreditávamos ser um espetáculo do restaurante era um “parabéns para você” com direito a churros para a minha mãe. Fecharam com chave de ouro e marcaram para sempre esse jantar.

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No dia seguinte contei a experiência a uns amigos e eles disseram que o Los Chicos faz isso sempre, mas isso não mudou a minha percepção de encantamento com a ação. O diferencial pra mim foi que não pedi por isso. Ao revisar a noite percebi que o simples comentário que fiz no “sobe ou desce” das escadas foi captado pelo garçom e que dele se originou o pedido de “parabéns para você”.

Portanto, o grande “que” dessa ação não foi apenas o bê-a-bá do marketing da empresa ao definir que no aniversário do cliente apagamos as luzes e cantamos parabéns com churros, mas sim pela dedicação da equipe que compreendeu a ação e que está engajada em proporcionar uma experiência aos clientes.

Ao Los Chicos, que já ganhava nota 10 na comida e no atendimento, fica aqui minha nota máxima ao treinamento da equipe e à capacidade de tornar uma simples terça feira em um dia único.


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Experimentando o Bike GV



Nesse final de semana rolou um programa diferenciado: pedal na Praia de Camburi. Moradora de Vila Velha que sou, para executar essa tarefa experimentei pela primeira vez o Bike GV.

Apenas contextualizando para quem não é da Grande Vitória, o Bike GV faz parte das iniciativas do Governo do Estado em prol da mobilidade urbana. Trata-se de um ônibus que faz a travessia das bikes de Vila Velha a Vitória pela 3ª ponte – local onde as magrelas não podem passar sozinhas devido à altura e aos fortes ventos.

Do ponto "A" ao "B" o percurso foi feito de Bike GV. Do ponto "B" ao "C" só no pedal.
 Introdução feita, vamos à experiência. O passeio começou com o planejamento de horário. Em dias úteis o ônibus sai a cada 30 minutos. No domingo esse intervalo amplia para 45 minutos. Pontualmente o ônibus estava no ponto. Junto com ele várias bikes esperando (incluindo a gente.. rsrsr).

São 17 lugares reservados para magrelas, enquanto os passageiros tem apenas 5 cadeiras. Nada que incomode, pois vai todo mundo em pé mesmo ao lado de suas bikes. É uma turma diferente, que curte a vida alternativa em duas rodas, então fica todo mundo batendo papo, em um clima super descontraído.

O motorista foi muito educado, ajudando as pessoas a colocarem as bikes. Deu bom dia e agradeceu a todos que entravam e saiam. Ganhou nota 10 no meu conceito e me surpreendeu de verdade.

Saímos dentro do horário e, em um dia de ausência completa de trânsito, chegamos à Praça da Ciência em uns 15 minutos – no máximo. Na descida a mesma educação e cordialidade. Tudo isso pelo preço de R$ 1,25. Show de bola.


O passeio durou mais ou menos uma hora e meia, o que é muito para esses ciclistas de primeira viagem. Fizemos todo o percurso da orla de Camburi, terminando o trajeto na ladeira que dá acesso à Vale. Haja coxas para levar a bike até o final do morro. CONQUISTA!!!


Na volta, tudo como planejado. Fizemos o percurso completo até a Praça da Ciência, onde esperamos cerca de 5 minutos pelo ônibus. Mais uma vez ele chegou e saiu pontualmente, deixando a gente no Canal Bigossi em Vila Velha.

De todo, a experiência foi super agradável. O serviço funciona muito bem e conta com uma equipe treinada e atenciosa. Os horários são seguidos rigorosamente e a galera que utiliza esse transporte é super bacana. 

Na minha opinião, apenas o ponto de chegada e partida em Vila Velha deveria ser alterado. No final de semana não tivemos problemas, mas em dia de trânsito o ônibus pega todo o fluxo da entrada da 3ª ponte – o que deve irritar muito os amantes da liberdade que guiam as suas magrelas.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Bike Rio



Semana passada estive no Rio de Janeiro e, apesar de amar escrever roteiros, não vou me atrever nesse caso, afinal a cidade maravilhosa é enorme e possui tantas opções de lazer que seria impossível abordar todas elas em uma única viagem. Entretanto, teve um item desse passeio que me chamou tanta atenção que quero dedicar um post apenas para ele.

BIKE RIO – um jeito diferente de conhecer a cidade.
Tomei conhecimento do projeto Bike Rio quando estava pesquisando para fazer o meu roteiro de viagem. Trata-se de um sistema público de “locação” de bicicletas oferecido pela Prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com o banco Itaú. O site deles é super completo sobre os objetivos e benefícios do projeto, então deixo o link aqui para economizar palavras.

 
O que quero mesmo compartilhar é a experiência com o sistema. Primeiramente, ele funciona muito bem – o que é essencial para o seu sucesso. Com apenas R$ 10,00 a gente compra um ticket mensal que pode usar o quanto quiser.

Existem várias (mas várias mesmo) estações espalhadas pela cidade, principalmente na orla, então é super fácil de encontrar uma bike disponível para andar. Você retira a magrela em uma estação e pode devolver em qualquer outra em um período de 60 minutos. É tempo suficiente para pedalar sem preocupação e ter uma visão muito diferente da cidade.


O cadastro para ter acesso ao sistema é super simples e pode ser feito de duas formas: telefone ou aplicativo. E sim, o aplicativo funciona perfeitamente e parece coisa de mágico (de tão integrado que é programa). A gente acessa, diz qual estação e qual bike quer retirar e sai pedalando. Ao devolver o ticket fica imediatamente disponível de novo. Algumas vezes tive dificuldade em retirar a bike, mas tudo foi resolvido rapidamente pelo telefone.


Achei essa liberdade de ir e vir sem ter que me preocupar com a bike a coisa mais fantástica. Na Lagoa Rodrigo de Freitas, por exemplo, fiz todo o percurso na Bike Rio sem nenhuma preocupação. Ela é ideal para conhecer a orla do Rio com calma, parando em cada estação e dando uma volta no entorno.

Indico o sistema a todos que forem ao Rio a passeio, pois não só a compra é muito simples como a permanência do cadastro também. Ao finalizar o período do seu ticket não há renovação automática, então não precisa se preocupar com o cancelamento. E, se voltar ao Rio, o cadastro já está lá... é só comprar um novo ticket.

Queria muito que a Prefeitura de Vitória se inspirasse e criasse o mesmo sistema por aqui.





domingo, 19 de maio de 2013

Dicas de como organizar uma mala de viagem

Lá fui eu para mais uma viagem e fiquei pensando como algumas práticas que sigo para organizar minhas malas facilitam a minha vida, então resolvi voltar com esse assunto aqui para o blog e dividir um pouquinho mais das minhas experiências.

1) Montando o look
Definir quais peças levar é o mais difícil de uma mala, então deve ser feito com bastante carinho. Você está fora de casa, então não dá para levar todo o guarda roupa. 

Sendo assim, escolha peças que combinem entre si. Coloque todas elas na cama e veja como montar looks que mudem apenas a camiseta e o acessório. Quer acertar de vez? Vista todas as roupas que selecionou e veja como elas funcionam juntas e vá mudando os looks. Quanto mais opções com menos roupa, melhor.

A mesma coisa vale para os sapatos. Selecione dois que combinem com tudo. Por mais bacana que sapatilhas estilizadas sejam, elas devem ficar de fora, pois combinam apenas com algumas peças e podem limitar o seu leque de opções. Use também a mesma regra para as bolsas. Mais de uma só se elas forem pequeninas.

Outra dica é: aquilo que você não usa no dia a dia não será útil em uma mala de viagem. Não sei vocês, mas eu tenho sempre essa ilusão de "nessa viagem vou usar essa peça" e ela acaba ficando parada. Dê preferência àquelas peças que já ficam boas em você sempre, assim não tem como errar.

Leve muitos acessórios que combinem com os looks. Nesse caso pode levar vários, sem preocupação, pois eles ocupam pouco espaço.

2) Bagagem de mão
Meu grande pavor em aeroportos é a perda da bagagem. Nunca aconteceu comigo, mas ouço tantas histórias que tenho um truque que ajuda muito se passar por uma situação dessas. Em viagens mais longas eu sempre levo comigo uma muda de roupa em uma mochila.

A dica para não ir com uma bolsa enorme é utilizar sacos a vácuo. Você coloca 5 a 6 peças em um saquinho, tira o ar com o aspirador de pó e ele não ocupa quase nenhum espaço. Dá até para levar na bolsa de mão mesmo.

Não tem o saquinho e não quer gastar dinheiro com isso? Sem preocupações: improvise um com saco de lixo mesmo. Escolha um pedaço qualquer do saco e coloque nele uma fita "silver tape" ou aquele durex mais grosso. Faça um rasgo nesse lugar e sugue o ar a partir dele. Depois do processo, tampe o buraco com outro pedaço de fita e você tem o seu próprio saco a vácuo.

É claro que essa embalagem improvisada não vai durar para a volta, mas se você perder a mala nesse caso já estará em casa, então o problema é menor.

3) Para não esquecer nada
De levar na viagem eu não costumo esquecer, mas de trazer de volta eu já perdi as contas de quanto deixei para lá. De tão cansada de perder coisas montei um checklist que me ajuda muito.

Eu monto uma listinha de coisas divididas por segmentos. Nessa lista eu anoto todos os itens que estou levando e deixo um espaço duplo para check - um na ida e outro na volta. Os segmentos que uso são:

Bolsa de mão - itens como carteira / chave / dinheiro / celular / óculos escuros / máquina fotográfica
Necessaire - itens como shampoo / condicionador / secador
Roupas - todas as peças bem descritas, para não ficar nenhuma para trás
Acessórios - idem às roupas
Outros - itens como carregador de celular / pilhas. Se tomar algum remédio específico e controlado, anote os nomes para não esquecer.

4) O que vai aonde
Para organizar uma mala e otimizar o espaço dela, é preciso distribuir os itens de forma correta.

Meias e roupas íntimas: devem ir dentro daquela bolsa interna que as malas possuem na tampa. Se não tiver essa opção, utilize os espaços laterais ou mesmo dentro dos sapatos (tem que estar limpinhos).

Dinheiro e cartões de banco/crédito: leve em lugar separado da bolsa de mão. Escolha um local que eles fiquem melhor posicionados, sem contato com a pele. Dessa forma, se ocorrer uma eventualidade e alguém roubar a sua bolsa você não fica desprevinida.

Itens de higiene: o ideal é ter uma frasqueira a parte, pois assim eles já ficam bem posicionados e basta abrir no banheiro do hotel e utilizar. Se não for o caso, busque uma necessaire de plástico para acomodá-los dentro da mala. Tudo o que for líquido deve ser ensacolado para evitar vazamentos.

Maquiagem: são extremamente delicadas e um voo saculejando pode quebrar todas elas (experiência própria... snif, snif). Coloque-as em uma bolsinha enroladas com lenços para amortecer os impactos e leve esses produtos na sua bolsa de mão. Cuidado com o conteúdo líquido de bases e corretivos em voos internacionais, pois há um limite de ML que pode ser transportado.

Sapatos: a melhor opção é colocá-los em uma bolsa a parte. Os pares costumam ser grandes e inflexíveis, o que dificulta a sua disposição nas malas. A vantagem de uma bolsa extra é ter espaço para as compras de viagem, então eu sempre considero como uma boa opção.

5) O pulo do gato
Sem querer querendo descobri uma coisinha fantástica para viagens. Há no mercado "ching ling" umas bolsas dobráveis que são ótimas para levar no avião. Elas vão dentro da mala principal dobradinhas sem ocupar nenhum espaço e garantem que você não vai ficar sem espaço para trazer todos os extras comprados na viagem. O melhor de tudo: custa apenas R$ 15,00.

Então é isso. Espero que esse post sirva de utilidade pública, pois sei que muitas pessoas não gostam de arrumar malas e, as vezes, encontram uma dificuldade enorme para isso. Para quem ainda não viu, eu já fiz uns posts sobre esse assunto no blog. Caso queiram olhar as outras dicas que estão lá é só clicar aqui e aqui.


Líquidos em saquinhos individuais

Remédios embalados para não molharem. Corte as cartelas e leve apenas os que precisa para os dias de viagem.

Necessaire plástica com todos os itens embaladinhos
Bolsinha com as maquiagens - visão aberta

Bolsinha de maquiagem - visão fechada. Esse modelo é ótimo, pois comprime as maquiagens e evita que elas quebrem

A bolsa pulo do gato aberta e cheia

A bolsa pulo do gato fechadinha para viagem

E, por fim, mala prontinha
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