quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Jura?!

Sinceramente, não tenho comentários para o comercial abaixo. Não há uma cena ou outra a se destacar, pois todo o roteiro é digno da perguntinha que não quer calar: Jura?!


sexta-feira, 13 de julho de 2012

É ridículo, mas a gente já gostou....

Não sei se as pessoas passam por isso, mas as vezes eu adoro "perder um tempo" relembrando o passado. Assisto a filmes antigos que eu costumava adorar quando criança e me perco em lembranças quando assisto o clip das minhas bandas favoritas do passado.

Dia desses me deixei levar pelas boys e girls bands da década de 90 e percebi o quanto o meu gosto era algo duvidoso e que hoje, 15 anos depois, me sinto ridícula tendo passado horas da minha vida esperando certos clips passar na MTV (apenas lembrando, há 15 anos atrás não existia YouTube e a TV era o nosso único recurso).

Embalada pela ridicularidade dessa época, deixo abaixo alguns clips "marcantes" e um pouco da minha percepção sobre eles naquele tempo, afinal recordar é viver...

BACKSTREET BOYS
Que menina que viveu a adolescência na década de 90 não foi apaixonada por eles? O meu "garoto da rua de baixo" predileto era o Nick, mas as vezes eu também me deixava levar pelo Brian. Olhando para os dois hoje só imagino que eu deveria ser cega ou doida, pois ambos são horríveis. Como clip memorável lanço "Get Down" como uma das piores produções que já vi.


N'SYNC
Os rapazes até que se esforçaram, eu até tinha o CD, mas nunca foram os meus prediletos. Não conseguia achar nenhum deles nem perto de bonitos e as músicas nem me agradavam tanto. Hoje eu sou louca pelo Justin Timberlake... acho ele um "pitel", muito talentoso e tem um charme que só jesus... O hit escolhido será o maior sucesso deles, onde o Justin é a representação física do termo "vergonha alheia" com esse cabelo de pagodeiro...


5IVE
Eu amava... de arrancar os cabelos (que vergonha!!!!). Atualmente acho que foi uma das bandinhas mais fracas da época. Lançaram apenas 2 CDs que eram basicamente um a cópia do outro. O meu predileto era o Scott (essa coisa horrenda com os cabelos espetados). Deus tenha dó do gosto dos adolescentes... A homenagem fica por conta do hit que lançou os garotos - e que eu devo ter assistido mais de 1.000 vezes em um único mês.


HANSON
Eu até gostava das músicas e tinha o CD dos garotos, mas dizer que Issac, Taylor e Zack eram bonitos foi abusar demais - até para o gosto adolescente. Entretanto, vendo uma reportagem sobre os "garotos" já em 2008 eu fiquei encantada com a belezinha que eles se tornaram... até mexeu com o meu coração (hahahahaha). Mais clássico do que "MMMBop" impossível.


BOYZONE
Sabe aquela banda que você tem a impressão de ser a única que conhece e gosta???? Pois é, Boyzone sempre representou isso para mim. Minhas amigas detestavam e eu até entendo, pois é meio música da Antena 1. Os caras eram muito mais velhos que as boy bands da época, então não agradavam. De qualquer forma eu era louca pelo Ronan (e ainda acho ele um gato...). Fiquei até sem ar ao rever "All That I Need"


SPICE GIRLS
E para finalizar, afinal esse post tá quase um livro de memórias, deixo com vocês o top do top da vergonha alheia: Spice Girls. Não, as meninas não eram ruins e muita gente gostou de verdade delas... a vergonha alheia fica por minha conta, que fiz parte de uma banda cover das garotas da terra da rainha. Por eliminação dá para saber que eu imitava a Mel B e, por incrível que possa parecer, ainda sou capaz de dançar todos aqueles passinhos até hoje. Então vou parando por aqui antes que eu me ridicularize mais. Não vou deixar o clip mais famoso, mas sim o que eu mais gosto.. já pertencente ao 2º CD.



sexta-feira, 6 de julho de 2012

Tá chegando o grande dia...

Não, não é o dia do meu casamento. Também não é o nascimento do meu primeiro filho. O que está batendo a minha porta é a comemoração dos meus 10 anos de namoro com o meu eterno namorido. Sim... 10 anos não é para qualquer um, então merece comemoração especial.

Como a gente se conheceu já foi pauta no meu blog de noiva (aqui), mas nesse espaço eu gostaria de compartilhar o que passamos juntos desde então, afinal a "História da Gaby" sem o Gil não teria nem de longe o roteiro que tem.

Pois é, começamos a namorar muito cedo e vivemos um bocado de momentos importantes das nossas vidas juntos. Eu terminei o ensino médio enquanto ele já fazia o técnico. Estudamos juntos para o vestibular, sonhando com uma UFES que nenhum dos dois alcançou.

Ele entrou na faculdade e eu também e juntos vivemos esses 4 anos anos que são uma tortura e uma delícia ao mesmo tempo. Compartilhamos a loucura dos TCCs, privando o nosso namoro de sábados e domingos intermináveis que eram dedicados aos estudos.

Comemos e bebemos muito em nossas formaturas - e em tantas outras que fomos na mesma época que a nossa. Comemoramos essas vitórias conseguindo nos colocar bem profissionalmente... ele em um concuso público e eu me firmando em um cargo na minha área.

A próxima comemoração foi, como não poderia deixar de ser, o casamento. Esse foi apenas o enlace do que a gente já sabia a muito tempo: queríamos ficar juntos para sempre. Assim como o nosso também acompanhamos mais uma dezena de outros - casais amigos que firmaram o seu amor com a gente de testemunha.

Em 10 anos nós trocamos de escola, de emprego, de casa, de amigos, de sonhos... juntos enfrentamos tudo o que foi mais gostoso da vida e também o que foi mais difícil. Passamos por duas perdas irreparáveis e, como casal, aprendemos a conviver com elas.

Como não há palavras suficiente para expressar o que essa data representa para mim, resumo dizendo apenas que crescemos juntos, descobrimos o mundo juntos e encontramos o que há de melhor em nós dois no momento em que nos tornamos um casal.

E é com uma "melosidade" que não faz parte dessa dupla, mas que é muito necessária em uma data como essa, que eu deixo aqui um EU TE AMO enorme para essa pessoa que é mais que meu marido.. é meu amigo, meu companheiro, meu tudo!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

A descoberta do Google Reader

Se Fábio Malini me pega falando sobre esse assunto a essa altura do campeonato ele me mata, afinal foi ele quem me apresentou essa ferramenta dos anjos lá em janeiro. Não sei por que não falei dela até o momento aqui no blog, mas consultado essa minha página hoje eu senti uma necessidade imensa de apresentar esse universo para aqueles que não o conhecem ainda (me desculpem se já estiver muito atrasada e todo mundo já souber desse assunto).

O Google Reader é um leitor de RSS (coisa que não entendo até hoje). De forma resumida e prática para os leigos em internet (tipo EU), é um espaço onde podemos cadastrar todos os sites / blogs que acompanhamos e ver a atualização deles em um único espaço.

Na hora que vi essa ferramenta eu pensei "não vai dar certo". Eu gosto de entrar nos meus blogs e curtir o que está sendo dito na própria página. Entretanto, estávamos em um momento de revolução tecnológica aqui na agência e decidi tentar.

OK... foi a revolução da minha vida. O grande ganho para mim foi a possibilidade de concentrar nesse espaço aqueles blogs que não são atualizados todo dia e que, quando eu lembrava de entrar, gastava horas lendo todas as postagens que eu não tinha visto. Além disso, para acompanhar promoções do tipo "Melhores Destinos" ele é fantástico.

Não indico a ferramenta para acompanhar sites de notícias que são atualizados várias vezes ao dia, pois se fizer isso o seu Reader vai ficar poluido e, no fim das contas, você vai se perder em matérias e não ler nada.

Para quem ficou curioso e achou que vale a pena dar uma olhadinha nessa fantástica ferramenta, vai ai um print de como os feeds aparecem. Se interessou e quer ter o seu? É só acessar o Google Reader aqui, registrar sua conta e começar a colecionar os seus sites.



sexta-feira, 22 de junho de 2012

Começando uma nova profissão


Os amigos sabem que uma das minhas maiores paixões é a cozinha. Desde muito tempo eu amo cozinhar e meu sonho era me tornar uma excelente confeiteira. Eu até comecei a fazer uma faculdade de gastronomia, mas na época não rolou continuar e depois disso não consegui mais seguir esse sonho.

Quatro anos depois que isso tudo aconteceu uma oportunidade bateu à minha porta. Eu e minha mãe já estávamos buscando um hobby lucrativo quando ela conseguiu o contato de uma doceira fantástica que nos abriu as portas de sua casa para ensinar alguns truques para a criação de bolos.

Esse acontecimento foi como uma luz em nossas vidas. Eu fiquei muito empolgada, pois logo no primeiro teste tudo deu certo e o bolo ficou perfeito. Aproveitamos todo o Know How que tínhamos em cozinha e acrescentamos as dicas que aprendemos e o resultado foi um produto muito gostoso.

Fizemos mais alguns testes e, por fim, chegamos à conclusão que valia a pena vender bolos por ai. Começamos a nossa divulgação no boca a boca, distribuindo pedaços de bolos aos nossos amigos para ter a confirmação de que tudo estava ótimo.

Como todos demonstraram gostar bastante, demos o ponta pé inicial para começar esse negócio. Oficialmente somos confeiteiras desde a semana passada. Nossa nova “empresa” está caminhando bem e já tivemos um número surpreendente de pedidos para quem está começando. Os amigos são os principais clientes até agora, mas já temos pedidos para pessoas desconhecidas também.

Publicitária que sou, já montei o espacinho desse novo negócio na internet para fazer a divulgação e tenho matado todos os meus amigos de plantão no Facebook com uma foto mais gostosa do que a outra – afinal eu preciso vender o meu peixe.

Portanto, para quem quiser acompanhar todas essas guloseimas basta acessar o www.umshowdebolo.blogspot.com.br ou também seguir o meu perfil no facebook e twitter, pois estou sempre por lá.

Apenas finalizando... aceitamos encomendas..kkkk

terça-feira, 12 de junho de 2012

Essa roupa que não me cabe mais


Por mais que eu me esforce, essa roupa não me serve mais. Já tentei de tudo: fechar a boca, malhar para emagrecer a todo custo, mas mesmo assim ainda não dá.

Sua falta de elasticidade me espreme e me deixa apertada. Fico sem fôlego, os pulmões não agüentam e logo paro de respirar.

E dia após dia, a sensação ao vestir algo que não me cabe me oprime. Eu já não me encaixo nessa roupa e ela, definitivamente, não está mais apropriada para mim.

Apesar de tudo, eu ainda postergo a doação. Sou sempre a favor de abrir mão daquilo que já não me é útil para que ele ache utilidade em outro lugar, entretanto abrir mão de algo tão querido não é tarefa fácil.


Quando esse momento chegar, espero que essa roupa sirva de agasalho a alguém e traga a essa pessoa o conforto que um dia já senti ao estar vestida com tão bonita peça.

domingo, 10 de junho de 2012

Carro não se discute


Dizem que política e religião são dois assuntos que não se discute. Eu incluiria nesse hall de “tabus” o assunto carro. Ai você se pergunta: mas por que carro, Gaby? Esse é um dos assuntos preferidos do brasileiro e os homens adoram falar a respeito. Como assim ele não deve ser discutido?

Não digo simplesmente falar de carro, mas sim sobre a escolha deles. Já pararam para perceber como a escolha de um carro é pessoal? É mais ou menos como escolher um político ou uma religião: são critérios que mudam de pessoa para pessoa e, consequentemente, vai ter um monte de gente que não vai concordar com a sua escolha.

Comecei a perceber isso quando fomos trocar de carro pela primeira vez. Naquela época a família do meu marido só tinha tido Volkswagen a vida toda. Para eles era a melhor marca e não havia possibilidade de troca, por mais que outros automóveis fossem bons. Meu sogro ainda vivia o terror do “Fiat 147” e, por isso, abominava essa marca.

Entretanto, o melhor carro avaliando custo e benefício que encontramos foi um Pálio. A guerra com o preconceito lá em casa foi sinistra, entretanto o bolso saiu ganhando. Passamos 4 anos com esse automóvel e em nada podemos reclamar. Ele nos atendeu muito bem, gastando pouco em manutenção e rendendo muito em gasolina. Na venda ele continuou na família e tem demonstrado o mesmo desempenho até hoje.

Foi nesse momento que começou a busca pelo novo automóvel e ai entrou novamente o meu questionamento sobre gostos muito pessoais sobre carros. Eu disse que queria manter minha parceria com a Fiat. Tinha alguns modelos em mente, até mesmo de outras montadoras, mas minha paixão estava com o Punto.

A maior parte dos meus amigos não concordou comigo. Tenho uma amiga em especial que disse que nunca compraria um Fiat. Para ela carro e Chevrolet e pronto. Já outros defendiam categoricamente a Volks e não encontrei uma única opinião que fosse unânime entre todos os consultados. Confesso que não vi nenhuma defesa a favor da Ford – e isso foi o máximo de concordância que encontrei.

Depois de muito pesquisar, fazer um test drive aqui e outro lá, pendemos mesmo foi para o Pálio. Dessa vez ficamos com o modelo novo que tem sido um achado em nossas vidas. Além de lindo, o carro é muito econômico e divino de se dirigir. É bem equipado e o motor responde à altura quando solicitado. O carro é zero KM, então ainda não posso falar sobre manutenção.

E é aqui, na conclusão, que volto ao tema principal do post. Não dá para se discutir sobre carros, pois eles são únicos – apesar de produzidos em série. Cada um dá a sorte ou azar ao comprar um veículo e são as nossas experiências com ele que vão determinar o amor ou ódio à marca.

Concluo isso com base no vídeo abaixo - que acabei de assistir no site do “Slogans Sinceros”. Alguém muito revoltado com a Fiat resumiu sua experiência em uma propaganda muito bem bolada sobre a dificuldade da manutenção do seu carro. Entretanto, eu sou obrigada a não concordar, pois a minha história com os meus carros da Fiat é completamente diferente.


Portanto, apenas resumindo, política, religião e carro não se discute.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Eu também penso assim...

O grande sonho da minha vida é poder lavar as cuecas do meu marido em paz e nunca mais ter que me preocupar em trazer dinheiro para dentro de casa. Isso não significa que eu ficaria a toa o tempo inteiro, ou que eu não goste de trabalhar... simplesmente não gostaria de ter essa obrigação enlouquecedora de ser uma profissional e uma dona de casa perfeita - afinal isso não dá certo.

Há muito tempo atrás, antes mesmo do meu casamento, eu li um texto que resume perfeitamente o que penso sobre toda essa modernidade feminina. As feministas que defendem os seus diplomas que me perdoem, mas concordo completamente com essas palavras.

DESABAFO DA MULHER MODERNA

"São 6h... O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede... 

Estou tão cansada... não queria ter que trabalhar hoje... Queria ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até... 



Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas... Aquário? Olhando os peixinhos nadarem... Se eu tivesse tempo... gostaria de fazer alongamento... Brigadeiro... 

Tudo menos sair da cama e ter que engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar. 
Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a infeliz matriz das feministas que teve a estúpida idéia de reivindicar direitos de mulher... queria saber PORQUE ela fez isso conosco, que nascemos depois dela... 

Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós... elas passavam o dia a bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando as crianças, frequentando saraus, ENFIM, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária. 



Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã nem tão pouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconsequentes com idéias mirabolantes sobre 'vamos conquistar o nosso espaço'!!! Que espaço, minha filha??? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés. 



Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, pra tudo!!! Que raio de direitos requerer? Agora eles estão aí, são homens todos confusos, que não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da cruz... 



Essa brincadeira de vocês acabou nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda.Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard do vôlei. 

POR QUE???..me digam PORQUE um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo!!! 

Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, e que sapatos combinar, que acessórios usar... tão cansada de ter que disfarçar meu humor, que sair sempre correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas que nem são meus!!! 

E como se não bastasse, ser fiscalizada e cobrada (até por mim mesma) de estar sempre em forma, sem estrias, depilada, sorridente, cheirosa, com as unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações (ufffffffffffffffffff!!!!!!!). Viramos supermulheres e continuamos a ganhar menos do que eles... Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço? 

CHEGAAAAAAA!!! 
... eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela... 

Ai, meu Deus, já são 6:30,tenho que levantar!..., e tem mais, quero alguém que chegue do trabalho, sente no meu sofá, coloque os pés pra cima e diga 'meu bem, me traz um cafezinho, por favor?', descobri que nasci para servir. 

Vocês pensam que eu tô ironizando? To falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna.... 
Troco pelo de Amélia. Alguém se habilita?" 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Jura?!


O Fiat Bravo é um dos carros mais bonitos da Fiat, na minha opinião. Desde a primeira vez que o vi dei uma gamadinha, apesar dele estar completamente fora da minha realidade financeira.

A primeira propaganda de divulgação dele foi muito legal, fazendo relação ao Guitar Hero – que estava em alta na época. Teve até uma do Bravo TJet que era fantástica, com dois automóveis azuis correndo em um espaço completamente negro que foi de encantar os olhos.

Entretanto, o novo comercial, que está no ar para divulgar a versão 2013 do Bravo é digno de momento Jura?! aqui no blog. O VT se inicia com um cara que está trabalhando em um escritório dos mais sem graça quando, de repente, começa a desaparecer (?!). O maluco sai correndo desesperado (eu também faria a mesma coisa se estivesse sumindo).

O momento Jura?! vem exatamente ai, quando a locução diz “ó lá, mais um que tem um carro que não diz nada”. O que essa frase quis dizer? Carros falam agora? E como assim isso está relacionado ao fato dele estar desaparecendo??????

Tive a nítida impressão que essa frase foi feita completamente desconexa do VT. Não é possível que redator e diretor de arte trabalharam juntos para criar esse roteiro. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Ai o segundo momento Jura?! surge na frase “ainda bem que existe o Bravo”, seguido do cara entrando no carro e “reaparecendo”. Sinceramente, jura que isso é verdade? Nem usando a licença poética como argumento dá para acreditar nesse roteiro.

O VT termina com a assinatura “Bravo, você com tudo” que, para fazer sentido nesse roteiro sem noção, teria que ser “Bravo, você inteiro”... rsrsrsr

Como dois momentos Jura?! em um único comercial deve ser pouco, ainda há o complemento após a assinatura. O cara encontra outro em um restaurante e escuta a frase “tá sumido, hem?!”. Sim... ele já não apareceu depois que entrou no Bravo????

Quer não entender assim como eu? Dá uma olhadinha no VT abaixo.




terça-feira, 22 de maio de 2012

Eu assisto novela


Quando falo isso para os meus amigos a reação é quase como se dissesse “ei gente, vou pintar meu cabelo de laranja com mechas roxas, o que acham?”. Todo mundo me olha como se eu fosse uma aberração, uma louca maluca que não tem nada melhor para fazer em suas horas vagas.

Não sou uma noveleira convicta, que assiste qualquer tipo de folhetim que passa na TV e deixa de sair por conta disso. Gosto de algumas novelas e segui poucas delas até agora, mas aquelas que decido acompanhar eu “vejo de perto”.


Minha primeira novela viciante foi “Senhora do Destino”. É claro que vi muitas outras quando era adolescente e criança, mas essa foi a primeira que segui de fato depois de mais velha. Eu já fazia faculdade nessa época, então acompanhava a novela pela internet. Na ocasião a internet só passava o capítulo completo para quem assinava a Globo.com, então a pobrinha aqui só lia os resumos e me dava por satisfeita em assistir o capítulo de sábado.

 

 
Logo depois acompanhei “A Favorita”. Essa foi uma novela bem diferente para o padrão das novelas das 8. Ela me lembrava um seriado, onde as coisas aconteciam e a toda semana tínhamos uma trama resolvida e outra nascendo. O maridão me acompanhou nessa logo que casamos, pois ainda não tínhamos TV a cabo.





Na sequencia, por total falta do que assistir no horário, seguimos com “Caminho das Índias”. Eita enredozinho chato, com atores ainda mais chatos e uma escritora que deveria ser cozinheira. Aquele final foi ridículo, onde toda a trama da novela teve que ser resolvida em míseros 60 minutos e que cada assunto ficou mais mal contado que o outro.


Depois dessas novelas eu basicamente me aposentei da TV aberta. Assinamos a TV a cabo e a minha paixão por seriados só fez aumentar (já falei dela aqui). Entretanto, os seriados têm temporadas que acabam e para me ocupar durantes esses breaks eu voltei a recorrer a novela – que para um viciado em assistir algo é ótimo por ser diária.

 
Atualmente meu programa predileto das horas do almoço é assistir a novela das 7 – “Cheias de Charme”. Desde quando começaram as chamadas para ela eu me interessei pelo enredo e disse que iria acompanhar. E fiquei contente ao descobrir que seguir uma novela via internet mudou muito de quando eu via “Senhora do Destino”.

  
Os capítulos integrais ainda são privilégio de assinante, entretanto dá para ver cena por cena no site. Além disso, esse canal oficial da novela tem um monte de informações bacanas para quem curte os personagens e dá para antecipar várias coisas que vão acontecer.

E hoje acabei descobrindo mais uma novidade: a página da novela no Facebook. A TV está sabendo utilizar muito bem os recursos de interatividade com o público e as redes sociais, aliadas ao site oficial, estão trazendo muitas informações que colocam os telespectadores não só na frente da TV, mas também nos bastidores.
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