Acordei hoje com essa pergunta no Bom Dia Brasil. É uma manchete de um jornal britânico, mas que me fez pensar bastante. "Susan Boyle é feia, ou somos nós?".
Para quem ficou de fora desse acontecimento assim como eu até então, segue um breve histórico. Susan Boyle foi uma das concorrentes do programa "Ídolos" da Inglaterra na semana passada. Ao entrar no palco, ela foi completamente desacreditada por todos, platéia e jurados, principalmente por sua falta de jeito e sua aparência, distante de todos os padrões de beleza que o mundo resolveu admirar.
É claro que todos começaram a rir, pois já esperavam a exibição de uma cantora do nível de Tidinha. Foi nessa hora que Susan começou a cantar. Os risos foram substituidos por uma salva de palmas. Que voz!!! Sinceramente, me dá vontade de chorar só de lembrar.
Com um timbre perfeito e a música ideal, Susan conquistou a todos. Até os jurados, treinados para serem os mais frios possível, aplaudiram de pé.
Voltado a frase, após essa explicação, fica para nós a grande lição. Feios somos todos nós, seres humanos, que julgamos as pessoas sem conhecer. Que determinamos pre conceitos ridiculos que nos privam de ver as pessoas como elas são. Eu me senti envergonhada de sermos como somos.
Que Susan Boyle, o maior tapa na cara que eu já vi, fique viva na memória de todos para nos lembrar que padrões não definem pessoas e que estética deve ser a última das qualidades analisadas quando conhecemos alguém.
"esse não é o melhor vídeo, mas quem quiser pode conferir mais no youtube"
Um espaço para falar de tudo: de viagens a culinária, de experiências a dicas, de coisas de casa a discussão de publicidade. Leia, explore e dê a sua opinião. Bem vindo a minha história.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Será que o 10 vem quando?
Já perceberam que não faz diferença o quanto você se esforça... a nota nunca é 10. Por melhor que seja seu trabalho, em todos os sentidos, sempre há algo para corrigir. É um detalhe aqui, uma outra coisinha alí e nunca nada está bom.
Quando você pensa que conseguiu suprir todos os erros, acertar tudo aquilo que já reclamaram, vem mais um defeito. Isso me cansa as vezes. Já deu para perceber que to passando por isso hoje, né?!
Minha pergunta é uma só, no fim das contas: será que algum dia estará suficiente? Vale uma reflexão.
Quando você pensa que conseguiu suprir todos os erros, acertar tudo aquilo que já reclamaram, vem mais um defeito. Isso me cansa as vezes. Já deu para perceber que to passando por isso hoje, né?!
Minha pergunta é uma só, no fim das contas: será que algum dia estará suficiente? Vale uma reflexão.
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Eu mesma
segunda-feira, 13 de abril de 2009
A volta do feriado
Nem bem cheguei de viagem e já encontro tudo virado de cabeça para baixo. Tive que vir trabalhar hoje de taxi, pois os ônibus da Grande Vitória estão parados. É um protesto contra a violência que se alastra nessa cidade. Mataram uma trocadora em um assalto nessa noite. Isso é um absurdo.
Passado esse desespero, o trânsito caótico e a incredibilidade no valor que a vida humana tem hoje, volto às notícias boas. Meu feriado foi espetacular. Viajamos mais uma vez para a casa da mamãe. O sol estava perfeito e pegamos uma praia 10. Revi minha tia também, que está muito melhor por esses dias. Tava com muita saudade dela. O trajeto foi tranquilo. Fomos e voltamos de carro sem problemas com o trânsito.
Depois dessa breve passagem, vou voltar a trabalhar, rezando para que o dia seja cheio de jobs e que minha agenda transborde de coisas para fazer, pois ficar a toa igual na semana passada não tá com nada.
Passado esse desespero, o trânsito caótico e a incredibilidade no valor que a vida humana tem hoje, volto às notícias boas. Meu feriado foi espetacular. Viajamos mais uma vez para a casa da mamãe. O sol estava perfeito e pegamos uma praia 10. Revi minha tia também, que está muito melhor por esses dias. Tava com muita saudade dela. O trajeto foi tranquilo. Fomos e voltamos de carro sem problemas com o trânsito.
Depois dessa breve passagem, vou voltar a trabalhar, rezando para que o dia seja cheio de jobs e que minha agenda transborde de coisas para fazer, pois ficar a toa igual na semana passada não tá com nada.
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Experimentando a vida
segunda-feira, 2 de março de 2009
Promessa
Já que o ano começa realmente hoje, vou deixar aqui minha primeira promessa de ano novo: voltar ao blog. Tinha até decidido desativá-lo de vez, mas depois ponderei bastante e, pensando bem, onde eu iria colocar essas coisas malucas que passam pela minha cabeça?
As novidades estão meio por baixo. Enfim me recuperei do acidente de moto que sofri no mês passado. A marca de queimadura na perna está horrível, mas agora é só pele e não dói mais. Infelizmente continuo evitando o sol e tenho que sair por aí enfaixada, mas já estou até me acostumando com todo mundo me olhando no terminal.
Amanhã vou marcar para voltar as aulas. Se achar que dá para me sentir segura em cima da moto eu continuo. Se não, desisto da carteira e fico mesmo só com a de carro.
O trabalho continua o de sempre. Burro de carga tá perdendo pra mim. A animação passou um pouquinho, pois não estou tendo tempo de ser criativa e fazer nada de novo, então os desafios estão bem menores. Me mantenho mesmo naquela rotina cansativa de sempre. Outro dia desses escrevi um artigo muito bom para a agência... se tiverem interesse, deem uma olhada no site http://www.prospercomunicacao.com.br/blog/?p=1324
Minha mãe enfim voltou para o estado. Está morando em Marataízes agora. Nem preciso dizer que fiquei pra lá de feliz da vida. Agora são só 3 horas de viagem e dá para ir e voltar em um final de semana. Tudo de bom.
Para um começo eu acho que já basta. Prometo estar de volta em breve.
As novidades estão meio por baixo. Enfim me recuperei do acidente de moto que sofri no mês passado. A marca de queimadura na perna está horrível, mas agora é só pele e não dói mais. Infelizmente continuo evitando o sol e tenho que sair por aí enfaixada, mas já estou até me acostumando com todo mundo me olhando no terminal.
Amanhã vou marcar para voltar as aulas. Se achar que dá para me sentir segura em cima da moto eu continuo. Se não, desisto da carteira e fico mesmo só com a de carro.
O trabalho continua o de sempre. Burro de carga tá perdendo pra mim. A animação passou um pouquinho, pois não estou tendo tempo de ser criativa e fazer nada de novo, então os desafios estão bem menores. Me mantenho mesmo naquela rotina cansativa de sempre. Outro dia desses escrevi um artigo muito bom para a agência... se tiverem interesse, deem uma olhada no site http://www.prospercomunicacao.com.br/blog/?p=1324
Minha mãe enfim voltou para o estado. Está morando em Marataízes agora. Nem preciso dizer que fiquei pra lá de feliz da vida. Agora são só 3 horas de viagem e dá para ir e voltar em um final de semana. Tudo de bom.
Para um começo eu acho que já basta. Prometo estar de volta em breve.
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terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Here we go again
Estou de volta. Cheguei em casa hoje por volta das 7h. A viagem, para variar, foi péssima. O Dramim está perdendo o seu poder de me dopar facilmente. Passei a maior parte do tempo acordada e ainda tive que aguentar a brida a viação com um dos passageiros. O cara tinha perdido a passagem. No fim ele estava certo, mas como algumas latinhas já tinham alterado os ânimos, a briga não foi nada simpática. Resumindo, quase 40 minutos de atraso.
No momento estou matando meu tempo ocioso sem marido. Isso é que é funcionário público, trabalhando em pleno dia 30/12. Já deveria estar de folga a muito tempo, mas como sou casada com o Lineu Silva, tenho que me conformar com essas coisas.
Ainda não definimos onde vamos passar o ano novo. Infelizmente não somos aquele tipo de pessoa cheio de amigos, então estamos sem um convite que seja legal. Ao que tudo indica, o destino será um motel mesmo. É bom que a gente já começa o ano bem.
Ano que vem eu volto para contar as novidades.... Feliz 2009 para todos.
No momento estou matando meu tempo ocioso sem marido. Isso é que é funcionário público, trabalhando em pleno dia 30/12. Já deveria estar de folga a muito tempo, mas como sou casada com o Lineu Silva, tenho que me conformar com essas coisas.Ainda não definimos onde vamos passar o ano novo. Infelizmente não somos aquele tipo de pessoa cheio de amigos, então estamos sem um convite que seja legal. Ao que tudo indica, o destino será um motel mesmo. É bom que a gente já começa o ano bem.
Ano que vem eu volto para contar as novidades.... Feliz 2009 para todos.
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Eu mesma
sábado, 27 de dezembro de 2008
Retrospectiva 2008
Embalada pelo assunto do momento, resolvi fazer minha retrospectiva 2008. Apesar de ter sido um ano par (meus melhores são os ímpares), 2008 até que não foi nada mal. Pela primeira vez minha vida deu realmente uma volta de 180°. Tudo mudou.
Para começar, iniciei o meu ano deixando de ser solteira para virar uma senhora de respeito. Me casei com o melhor homem que poderia encontrar. Escolhi muito bem, pois ele é a pessoa que mais me apoia em todos os momentos mais difíceis que enfrentei nos últimos anos.
Logo depois do grande dia a minha mãe se mudou de cidade. Foram 23 anos juntas e ficar longe dela está sendo meu maior desafio. Enfrento diariamente essa árdua tarefa, mas confesso que não me acostumei com ela até hoje e, toda vez que passo alguns dias ao lado de minha mãe, tenho vontade de largar tudo e morar com ela novamente, mas não dá mais.
Ainda no primeiro semeste do ano fui mandada embora da empresa na qual trabalhava há três anos. Achei que fosse ser o fim. Eu era apaixonada por aquilo lá. Tudo era cômodo: o lugar, as pessoas, a proximidade com a minha casa, o horário... Mas a empresa fechou e tive que buscar outros desafios. Bati meu recorde de tempo de desemprego: nem um dia sequer. Fui demitida a tarde e no outro dia de manhã já tinha para onde ir.
Era outra empresa cômoda, próxima, mas decidi ir para outro lugar, buscar uma agência que estava crescendo e que poderia me servir de trampolim. Foi assim que acabei na Prósper, um lugar fantástico que já me fez aprender demais.
Pode parecer ridículo, mas começo a conquistar coisas que fazem a diferença para qualquer profissional. Já tenho a minha própria sala, com direito a mesa dupla, mesa de reunião e armários que são só meus. E o melhor: sou dona do meu próprio controle do ar condicionado... kkkkkkk. Meu lugarzinho ao sol está quase pronto. Nessa agência encontrei pessoas fantásticas que hoje posso chamar de amigas.
De junho a novembro o que mais fiz foi trabalhar. Estou tentando aprender a ser dona de casa, apesar de não levar muito jeito para a coisa. Cuido do meu marido quando dá e tenho me dado menos atenção do que nunca, pois estou sempre muito cansada quando chego para cuidar de mim mesma. Procuro ser uma profissional melhor a cada dia e sinto que amadureci anos em meses.
Desde agosto resolvi tirar carteira de motorista. Fiz muitas aulas, reprovei em uma prova, mas cheguei a conclusão que não me deixaria levar por isso. Me senti em uma daquelas cenas de filme onde o personagem não sabe nada, mas aprende com alguém e dá show no final. Meu parceiro foi mais uma vez o maridão. Me ensinou a dirigir e, no meu segundo desafio, passei com mérito, sem nenhum ponto de adivertêcia.
Termino meu ano curtindo umas merecidas férias na casa da minha mãe. O tempo anda melancólico e tem colocado coisas na minha cabeça, mas que vão mudar quando eu voltar para casa. Do início do ano termino apenas com uma bendita infecção no olho que não me abandona mais. Fora isso, sou uma nova pessoa: mudei de endereço,de emprego, de estado civil e de estado de espírito.
Agora é aguardar por 2009, data que marca a passagem de 10 anos desde o melhor ano da minha vida. Vale rezar para que ele seja tão bom quando 1999 e que eu conquiste aquilo que agora passa pela minha cabeça e por meu coração. O desejo para 2009 é apenas um: que eu consiga juntar minhas duas metades e que a felicidade possa voltar a me acompanhar sempre.
Feliz 2009 para todos.
Para começar, iniciei o meu ano deixando de ser solteira para virar uma senhora de respeito. Me casei com o melhor homem que poderia encontrar. Escolhi muito bem, pois ele é a pessoa que mais me apoia em todos os momentos mais difíceis que enfrentei nos últimos anos.
Logo depois do grande dia a minha mãe se mudou de cidade. Foram 23 anos juntas e ficar longe dela está sendo meu maior desafio. Enfrento diariamente essa árdua tarefa, mas confesso que não me acostumei com ela até hoje e, toda vez que passo alguns dias ao lado de minha mãe, tenho vontade de largar tudo e morar com ela novamente, mas não dá mais.
Ainda no primeiro semeste do ano fui mandada embora da empresa na qual trabalhava há três anos. Achei que fosse ser o fim. Eu era apaixonada por aquilo lá. Tudo era cômodo: o lugar, as pessoas, a proximidade com a minha casa, o horário... Mas a empresa fechou e tive que buscar outros desafios. Bati meu recorde de tempo de desemprego: nem um dia sequer. Fui demitida a tarde e no outro dia de manhã já tinha para onde ir.
Era outra empresa cômoda, próxima, mas decidi ir para outro lugar, buscar uma agência que estava crescendo e que poderia me servir de trampolim. Foi assim que acabei na Prósper, um lugar fantástico que já me fez aprender demais.
Pode parecer ridículo, mas começo a conquistar coisas que fazem a diferença para qualquer profissional. Já tenho a minha própria sala, com direito a mesa dupla, mesa de reunião e armários que são só meus. E o melhor: sou dona do meu próprio controle do ar condicionado... kkkkkkk. Meu lugarzinho ao sol está quase pronto. Nessa agência encontrei pessoas fantásticas que hoje posso chamar de amigas.
De junho a novembro o que mais fiz foi trabalhar. Estou tentando aprender a ser dona de casa, apesar de não levar muito jeito para a coisa. Cuido do meu marido quando dá e tenho me dado menos atenção do que nunca, pois estou sempre muito cansada quando chego para cuidar de mim mesma. Procuro ser uma profissional melhor a cada dia e sinto que amadureci anos em meses.
Desde agosto resolvi tirar carteira de motorista. Fiz muitas aulas, reprovei em uma prova, mas cheguei a conclusão que não me deixaria levar por isso. Me senti em uma daquelas cenas de filme onde o personagem não sabe nada, mas aprende com alguém e dá show no final. Meu parceiro foi mais uma vez o maridão. Me ensinou a dirigir e, no meu segundo desafio, passei com mérito, sem nenhum ponto de adivertêcia.
Termino meu ano curtindo umas merecidas férias na casa da minha mãe. O tempo anda melancólico e tem colocado coisas na minha cabeça, mas que vão mudar quando eu voltar para casa. Do início do ano termino apenas com uma bendita infecção no olho que não me abandona mais. Fora isso, sou uma nova pessoa: mudei de endereço,de emprego, de estado civil e de estado de espírito.
Agora é aguardar por 2009, data que marca a passagem de 10 anos desde o melhor ano da minha vida. Vale rezar para que ele seja tão bom quando 1999 e que eu conquiste aquilo que agora passa pela minha cabeça e por meu coração. O desejo para 2009 é apenas um: que eu consiga juntar minhas duas metades e que a felicidade possa voltar a me acompanhar sempre.
Feliz 2009 para todos.
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Dá licença que eu tô passando
Hoje está sendo um dia muito especial. Fui aprovada na prova de trânsito!!!!!!!
Tô tão feliz de ter conseguido. É um prova de que sou capaz de passar por esse tipo de pressão.
Confesso que fiquei muito preocupada quando não passei na primeira prova. Me senti a pior das criaturas, acreditando que chegaria aos 50 anos sem carteira de motorista por pura imcompetência.
Bom, assim que as lamentações por ter reprovado passaram, decidi agir. Obriguei o Gil a me ensinar a dirigir e fizemos diversas aulas. Ele me levou para cada lugar que eu tinha duas opções: ou aprendia, ou aprendia. Enfim, aprendi.
A prova hoje foi ótima. Rezei muito e garanti mil vezes para mim mesma que eu era capaz de passar. Estava bem segura e Deus me ajudou. Colocou dois examinadores super gente boa no meu carro e a gente deu até gargalhada durante o percurso. A baliza foi mais ou menos... não deu de primeira, mas acertei o carro sem problemas e deu tudo certo.
É bom esses motoristas meia roda darem licença, pois logo, logo eu tô passando.
Tô tão feliz de ter conseguido. É um prova de que sou capaz de passar por esse tipo de pressão.
Confesso que fiquei muito preocupada quando não passei na primeira prova. Me senti a pior das criaturas, acreditando que chegaria aos 50 anos sem carteira de motorista por pura imcompetência.
Bom, assim que as lamentações por ter reprovado passaram, decidi agir. Obriguei o Gil a me ensinar a dirigir e fizemos diversas aulas. Ele me levou para cada lugar que eu tinha duas opções: ou aprendia, ou aprendia. Enfim, aprendi.
A prova hoje foi ótima. Rezei muito e garanti mil vezes para mim mesma que eu era capaz de passar. Estava bem segura e Deus me ajudou. Colocou dois examinadores super gente boa no meu carro e a gente deu até gargalhada durante o percurso. A baliza foi mais ou menos... não deu de primeira, mas acertei o carro sem problemas e deu tudo certo.
É bom esses motoristas meia roda darem licença, pois logo, logo eu tô passando.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Depois dessa a Bahia tá chorando
Quase não me aguentei ontem quando fui comer um cachorro quente na pracinha de Coqueiral e ouvi pela rádio poste local "Acarajé Góspel, o melhor de Coqueiral...".
Dá para imaginar algo mais típico da cultura dos orixás da Bahia do que a baiana que vende acarajé?
Fiquei sem palavras... acarajé gospel pra mim é novidade... Onde esse mundo vai parar?????
Dá para imaginar algo mais típico da cultura dos orixás da Bahia do que a baiana que vende acarajé?
Fiquei sem palavras... acarajé gospel pra mim é novidade... Onde esse mundo vai parar?????
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Adoro
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Meu pecado capital
Estou em uma crise cruel do pecado capital que mais cometo: PREGUIÇA.
Dessa vez o ataque está feio. Normalmente eu consigo disfarçar e colocá-la para escanteio, mas desde ontem a briga tá feia e começo a admitir que ela está ganhando fácil de mim.
O momento no trabalho também não ajuda... sem nada para fazer. É isso mesmo. Eu sei que esses momentos são muito raros, mas está até acontecendo com frequência nesses últimos dois dias.
É incrível: quanto menos coisa você tem para fazer, menos quer fazer. Até surge uma coisa ou outra, mas aí você pensa "poxa, já que eu não tenho nada para fazer, vou deixar isso pra mais tarde, pois assim eu arrumo alguma coisa para fazer e não fico a toa depois".
Tá tenso... comecei a escrever o post e já estou até com preguiça de terminar, por isso vou ficando por aqui.
Dessa vez o ataque está feio. Normalmente eu consigo disfarçar e colocá-la para escanteio, mas desde ontem a briga tá feia e começo a admitir que ela está ganhando fácil de mim.
O momento no trabalho também não ajuda... sem nada para fazer. É isso mesmo. Eu sei que esses momentos são muito raros, mas está até acontecendo com frequência nesses últimos dois dias.
É incrível: quanto menos coisa você tem para fazer, menos quer fazer. Até surge uma coisa ou outra, mas aí você pensa "poxa, já que eu não tenho nada para fazer, vou deixar isso pra mais tarde, pois assim eu arrumo alguma coisa para fazer e não fico a toa depois".
Tá tenso... comecei a escrever o post e já estou até com preguiça de terminar, por isso vou ficando por aqui.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Molhada
Eis que mais uma segunda feira começa molhada no Espírito Santo. Já estou começando a ficar de saco cheio dessa chuva forte que não pára um minuto. Perdi até um casamento nesse final de semana por causa dela.
Pois bem, me arrumei toda no sábado esperando para ver o grande dia de dois amigos meus. A chuva não parou um minuto. Mesmo assim eu fui para a igreja. É claro que cheguei toda molhada, morrendo de frio, mas eu queria muito presenciar aquele momento.
Só para se ter uma idéia da tempestade, a noiva chegou de Troller (o único carro que é feito para as enchentes de Vila Velha). Já fiquei triste a partir desse momento, pois sei o quanto as noivas planejam a entrada na igreja e eu tenho certeza que aquilo não foi o que ela planejou.
Enquanto a cerimônia rolava a chuva caia sem noção. Era uma tempestade daquelas. Acho que o padre até acelerou as formalidades para todo mundo poder ir embora logo. Assim que terminou nós saimos correndo para chegar ao cerimonial.
Ao chegarmos lá veio a decepção. A rua estava completamente alagada, entrando água inclusive na entrada do espaço da festa. Bateu o desespero. Eu não queria entrar naquela água de esgoto; o Gil não queria deixar o carro com medo de entrar água no motor. Tentamos dar a volta no quarteirão para ver se achávamos um lugar mais seguro.
Nos enganamos completamente nessa decisão. A água estava alta para todo lado e ficamos ilhados próximo ao Terminal de Vila Velha. Não conseguíamos mais voltar ao cerimonial, pois todas as ruas de acesso eram rios e não asfalto. Nossa única opção foi pegar a contra mão em uma única rua seca e desistir da festa. Dormimos na casa da minha tia, pois não dava para chegar na minha casa.
Passei o domingo inteiro meio deprimida por não estar na festa com meus amigos. Descobrimos que todos os convidados enfiaram na água para estar lá, o que nos deixou com um peso a mais na consciência. Mesmo assim, ainda acho que fizemos a escolha certa. Antes perder a festa do que perder o carro.
Pois bem, me arrumei toda no sábado esperando para ver o grande dia de dois amigos meus. A chuva não parou um minuto. Mesmo assim eu fui para a igreja. É claro que cheguei toda molhada, morrendo de frio, mas eu queria muito presenciar aquele momento.
Só para se ter uma idéia da tempestade, a noiva chegou de Troller (o único carro que é feito para as enchentes de Vila Velha). Já fiquei triste a partir desse momento, pois sei o quanto as noivas planejam a entrada na igreja e eu tenho certeza que aquilo não foi o que ela planejou.
Enquanto a cerimônia rolava a chuva caia sem noção. Era uma tempestade daquelas. Acho que o padre até acelerou as formalidades para todo mundo poder ir embora logo. Assim que terminou nós saimos correndo para chegar ao cerimonial.
Ao chegarmos lá veio a decepção. A rua estava completamente alagada, entrando água inclusive na entrada do espaço da festa. Bateu o desespero. Eu não queria entrar naquela água de esgoto; o Gil não queria deixar o carro com medo de entrar água no motor. Tentamos dar a volta no quarteirão para ver se achávamos um lugar mais seguro.
Nos enganamos completamente nessa decisão. A água estava alta para todo lado e ficamos ilhados próximo ao Terminal de Vila Velha. Não conseguíamos mais voltar ao cerimonial, pois todas as ruas de acesso eram rios e não asfalto. Nossa única opção foi pegar a contra mão em uma única rua seca e desistir da festa. Dormimos na casa da minha tia, pois não dava para chegar na minha casa.
Passei o domingo inteiro meio deprimida por não estar na festa com meus amigos. Descobrimos que todos os convidados enfiaram na água para estar lá, o que nos deixou com um peso a mais na consciência. Mesmo assim, ainda acho que fizemos a escolha certa. Antes perder a festa do que perder o carro.
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