terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A melhora da morte

Quem me conhece sabe que eu sou pouco, ou nada, religiosa. Entretanto, em alguns momentos da vida eu me aproprio de certos conceitos de uma ou outra religião para conseguir me fixar no mundo e acreditar em algo para que essa existência faça sentido.

Um desses conceitos é o que o espiritismo chama de “melhora da morte”. Segundo eles, a melhora da morte acontece quando uma alma precisa desencarnar e os familiares a estão “prendendo” a terra através de uma energia muito forte. Essa energia pode ser o medo, a aflição, o sentimento de abandono, a saudade, enfim, tudo aquilo que sentimos quando estamos prestes a perder um ente querido.

Para que a alma possa se desligar, os espíritos responsáveis por esse processo “injetam” uma melhora no paciente. De uma hora para outra a pessoa tende a ter uma melhora súbita e isso anima a família, que relaxa e passa a transmitir energias positivas. Um dia depois a pessoa desencarna.

Já havia lido bastante a respeito quando vi essa situação ocorrer pela primeira vez. Uma amiga minha estava com o pai bastante doente no hospital há alguns dias. O clima era pesado e ela estava muito agarrada ao fio de vida que ele ainda tinha. Em uma manhã ela chegou bastante animada ao trabalho e nos informou que o pai havia melhorado. Ela trabalhou muito feliz aquele dia e tinha muitas esperanças. No dia seguinte ele veio a falecer. 

E hoje vi mais uma vez o mesmo cenário. Meu vizinho está doente há mais de um mês. Há três dias ele foi considerado terminal pelos médicos e, desde então, a família está reunida aguardando a morte como um fato consumado, entretanto concentrada em energias fortes como rancor, arrependimento e saudade. Ontem todos dispersaram, pois meu visinho apresentou uma melhora considerável. Hoje pela manhã ele veio a falecer. 

Dentre todas as religiões, o espiritismo as vezes é a que me parece mais coerente por explicar esse tipo de situação. Não sei se acredito em todos os outros conceitos que são pregados por ela, mas são contextos como esses que me fazem ver que, de certa forma, temos um destino em nossa existência.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Resoluções de fim de ano

Chegou aquela época do ano em que fazemos as famosas resoluções de fim de ano. É aquele momento em que prometemos para nós mesmos certas coisas que temos certeza de que não vamos cumprir, mas mesmo assim fazemos.
Partindo desse princípio, esse ano fiz uma revisão em meus objetivos e serei bem objetiva nas resoluções para 2012. Esse será um ano de muito trabalho e muita coisa irá mudar, então terei poucas premissas, mas me dedicarei a elas ao máximo, pois apesar de estarem em número reduzido as suas execuções darão bastante trabalho. Sendo assim, as minhas resoluções para 2012 são:
Emagrecer pelo menos 5 quilos – não é que eu esteja gorda, mas preciso estar saudável. Minha tática será começar uma aula de pilates, intercalada com exercícios em casa ou caminhadas na praia.
Voltar a estudar – já decidi que farei uma pós graduação em marketing. Essa é uma matéria que sempre me interessou e que agora acredito que será muito útil nesse novo momento profissional que viverei em 2012.
Fazer uma boa viagem – a primeira opção para essa viagem é Cancum, mas tudo depende do dólar. Caso fique fora do orçamento, o destino será o sul do país com o maridão em uma viagem de reconhecimento por toda a região de Gramado (algo diferente do que fiz esse ano)
Reformar a casa – faremos um cômodo a mais para que a minha casa se torne um lugar agradável e que tenha espaço para receber pessoas , coisa que hoje é inviável.
Nesse clima esperarei por 2012 e espero ter fôlego para conseguir cumprir tudo aquilo que estou prometendo.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Mais uma sobre o blog

Quando comecei o meu blog eu não fazia a menor ideia do que era isso. Nunca fui muito antenada com internet e desconhecia a existência da famosa blogosfera. Como está na descrição dessa página, quem me mostrou esse mundo foi a minha querida tia Alci.

Tudo começou porque eu queria compartilhar os percalços da preparação do meu casamento e a minha família já estava cansada de ouvir a respeito. Foi então que ela me indicou para criar um blog e falar com outras noivais do país e do mundo que estavam vivendo a mesma coisa que eu. Essa foi a minha salvação, pois assim consegui falar tudo o que queria tendo uma audiência ativa, que por sua vez queria, saber sobre o que eu estava passando.

Nessa época eu escolhi o Blogger porque era o que a minha tia usava no seu próprio blog e nunca mais troquei. No início ele oferecia pouquíssimas ferramentas e todos os posts eram bem limitados. Hoje, entretanto, essa é uma realidade muito diferente.

Quando voltei a postar ativiamente aqui fiquei impressionada com a quantidade de novas ferramentas que já estavam disponíveis. É possível postar vídeos diretamente do Youtube, formatar o texto da forma que se quiser, ter V-Á-R-I-O-S modelos para plano de fundo. Enfim, é possível criar o mundo nessa interface.

Entretanto, de tudo o que ele está oferecendo, o que mais gosto é o painel geral de de estatísticas. Hoje é possível acompanhar tudo o que está acontecendo com o blog: quantas visualizações, fonte de tráfego, posts mais acessados... Amei essa funcionalidade, pois torna o blog uma coisa “quente”, que se consegue acompanhar dia a dia e saber o que funciona ou não. Sei que essa ferramenta já está disponível há décadas em sites particulares, que em sua maioria utilizam o Google Analitcs, entretanto tê-las em um blog gratuitamente me deixou bem empolgada.

Curioso para saber do que eu estou falando? Fiz alguns prints dessas páginas para demonstração.






domingo, 18 de dezembro de 2011

Será que serve?


Dizem que para o ser humano ser completo e ter representado algo ao mundo com sua existência ele deve PLANTAR UMA ÁRVORE, TER UM FILHO e ESCREVER UM LIVRO. É claro que não precisa ser necessariamente nessa ordem, mas essas três coisas são as premissas básicas de uma vida de realizações.

Me peguei pensando nisso ontem, meio que sem motivo algum, e me deparei com alguns problemas futuros. Inicialmente, eu não pretendo ter filhos. São diversos os motivos para isso e daria para escrever um blog quase que exclusivo para contar todos eles. Tenho essa convicção há muito tempo e, apesar de estar aberta a uma mudança de opinião, até agora nada mudou.

Quanto a plantar uma árvore, acredito ser o objetivo mais fácil de se alcançar. Basta procurar um pedacinho de terra e colocar uma mudinha ali. Apesar da simplicidade, também não realizei essa premissa ainda. Gostaria muito de ter uma árvore no quintal de casa, mas isso nunca vai acontecer no lugar que moro, então acredito que irei procurar um outro lugar... quem sabe eu coloque essa meta para 2012?

De todas as premissas, a que acredito ser mais difícil de se cumprir é escrever um livro. Tudo bem que há pessoas que escrevem vários, mas eu não me vejo especialista de nada para colocar várias palavrinhas no papel, muito menos mega criativa para inventar histórias que prendam as pessoas página por página.

Entretanto, enquanto devaneava a respeito me lembrei do blog. Já são quatro anos de histórias, com muitas páginas escritas. Contei histórias, escrevi sobre a minha especialidade e me abri nesse espaço cibernético que é tão importante para mim. Então eu me perguntei: nesse mundo onde tudo é digital e está conectado a internet, poderemos substituir a premissa ESCREVER UM LIVRO por ESCREVER UM BLOG? Será que serve? Na minha visão eu acredito que sim.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Já participou? Eu já!

Em um formulário de pesquisa a primeira pergunta a feita é a seguinte: você é publicitário? Caso a resposta seja afirmativa, o pesquisador agradece a sua presença e se retira. Isso acontece porque os publicitários conhecem os métodos de avaliação e, por isso, podem ser tendenciosos em suas respostas.

Sendo assim, como publicitária que sou, nunca fui convidada a participar de uma pesquisa – com exceção àquelas de satisfação ao cliente. Portanto, nem preciso dizer a surpresa que foi ser convidada essa semana para uma. Nessa minha primeira experiência passei por uma “sabatina” em um grupo focal. Brincadeiras a parte, não houve perguntas e respostas, certo ou errado, mas sim um grande bate papo onde não devo ter falado tudo o que sei, mas com certeza saí mais inteligente do que entrei.

Contextualizando, grupo focal é uma modalidade de pesquisa onde são agrupadas pessoas de um mesmo target para a análise de comportamento. É considerada uma pesquisa qualitativa, pois vai além de “sim” e “não” e identifica como as pessoas agem em relação a certos assuntos. É o modelo ideal para quando queremos de fato entender o que as pessoas pensam e analisar como elas irão reagir ao lançamento de um produto ou a um novo conceito de serviço.

Em meu grupo focal discutimos os dois casos. Falamos de um tipo de mídia suas complexidades. Debatemos como ela é utilizada hoje, quais são as suas falhas e onde ela pode melhorar. Avaliamos novos formatos, novos produtos e demos ideias para a sua utilização futura. Ao final do processo, que durou quase duas horas, nos reunimos com o grupo que estava arcando com a pesquisa e, como amigo que somos, debatemos ali mesmo alguns pontos. Para eles, algumas questões levantadas mudaram a forma de ver o negócio e as respostas passadas foram de uma importância tamanha para o planejamento dos próximos anos.

Para mim, foi uma experiência e tanto. Foi muito interessante analisar uma pesquisa de dentro dela. É fabuloso como as nossas opiniões podem mudar o rumo de ações que já estão pensadas há muito tempo, mas que com uma visão externa podem ser alteradas drasticamente. Falando como publicitária, tal experiência me fez compreender “na pele” a complexidade dos números que eu avalio diariamente. Não que eu não estude pesquisa, mas participar delas é outra história.

Gostaria muito de poder divulgar com mais clareza tudo o que fiz lá, mas como não sou dona da pesquisa não tenho esse direito. Como sei que esses amigos passarão por aqui para ler, gostaria de agradecer a eles a grande oportunidade. Adorei esse momento de interação com a marca de vocês.

sábado, 26 de novembro de 2011

Escrevendo "profissionalmente"

Esse é um post extraordinário aqui no blog. Trata-se de um artigo que escrevi para a agência onde trabalho, então acaba tendo aquele tom um pouco mais formal. Mesmo assim eu gostei muito desse texto, pois consegui colocar em palavras o que venho vendo acontecer no mercado onde atuo. Atualmente estamos em uma mudança que irá alterar não apenas a nossa forma de fazer negócio, mas principalmente o tipo de profissional que somos. Eu ainda estou buscando entender que tipo de profissional precisarei ser, portanto nesse momento estou apenas nas previsões, mas espero chegar a uma conclusão e a um plano de ação longo em breve.

Espero que aqueles que me acompanham no blog gostem da leitura... basta acessar a página da Prósper aqui.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A ovelha desgarrada

Na história bíblica, a parábola da “Ovelha Desgarrada” fala sobre aquela ovelhinha de resolve correr solta e deixar o seu rebanho de 100 cabeças. Seu pastor, muito preocupado, deixa de lado as 99 outras cabeças obedientes e larga tudo para buscar a ovelha desgarrada. Na “moral da história”, a parábola quer mostrar que tem muito mais valor aos céus o arrependimento de um pecador do que o bom comportamento de 99 justos.
  
É impressionante, mas essa parábola permanece até os dias de hoje. Quanto mais errada for a pessoa, maior valor ela tem ao retornar ao “rebanho”. Penso nisso há muito tempo, mas essa semana consegui me surpreender com o absurdo da desvalorização do justo em prol do pecador.
  
Li uma matéria que falava sobre devedores. Em destaque, como capa do jornal, havia a frase “Descontos de até 70% e prêmios para quem quitar dívidas com loja”. A chamada seguia, ainda mais impressionante “A redução do valor dos débitos inclui cartões de crédito, cheques e financiamentos. O objetivo é ampliar o número de pessoas com crédito livre para o Natal. Como incentivo, há lojas que dão até R$ 50 mil em prêmios para quem acertar as contas.
  
Ai eu pergunto: que valor tem ser uma boa pagadora, alguém que honra com os seus compromissos e é correto com as suas contas, comprando apenas aquilo que poder arcar? Sinceramente, queria muito ter a cara de pau de ser a ovelha desgarrada, porque ganhar R$ 50.000,00 em prêmios por estar devendo até eu que sou mais boba gostaria.

sábado, 19 de novembro de 2011

O poder dos slogans

De forma muito resumida, os slogans são aquelas frases que acompanham uma marca em sua assinatura. Eles determinam todo o conceito do produto e dão vida às idéias de como o consumidor deve consumir e o que ele deve pensar daquela marca.

Alguns slogans são subjetivos e vão muito além da simples compreensão; já outros são tão específicos que não poderiam representar melhor o que vendem. São esses que usarei como exemplo hoje. É claro que eu poderia criar um blog inteiro para falar sobre esse assunto, mas nesse caso vou me limitar a apenas três exemplos: aqueles que “experimentei” hoje.

“ESTÁ NA HORA DE VOCÊ REVER OS SEUS CONCEITOS”
Meu primeiro exemplo é um slogan antigo. Trata-se da campana da Fiat “Está na hora de você rever os seus conceitos”. Minha experiência com ele foi entrar em um Doblô. Particularmente, sempre achei esse carro bem feio, com uma cara de desajeitado. Pois é, revi completamente os meus conceitos a achar o veículo incrível por dentro, com uma visibilidade perfeita para o motorista e um espaço impressionante para quem está de carona. É uma pena que o modelo está completamente fora dos meus padrões, mas confesso que passei a ver o Doblô como uma incrível possibilidade de compra futura.

“PEQUENO PARA QUEM VÊ, GIGANTE PARA QUEM ANDA”
Quem não se lembra da Ana Hickmann nessa propaganda de lançamento do Fox? Pois bem, sou fã do carro desde essa época, mas nunca tive a oportunidade de estar em um. Sinceramente, não preciso nem comentar mais, pois o slogan simplesmente diz tudo. Ele me lembrou aquela barraca mágica do Harry Potter (que por fora parece uma iglu, mas por dentro é um apartamento duplex).

“APAIXONE-SE DE NOVO”
E, por último, deixei o mais sentimental de todos que, ao meu ver de publicitária, seria o mais difícil de se materializar. Quando vi a propaganda do novo Pálio pensei que o slogan não era forte o bastante. Se apaixonar de novo é muito amplo e não define uma característica de um carro, certo? Completamente errado! O carro é necessariamente isso: uma oportunidade de apaixonar-se novamente. É como ver o maridão com uma roupa nova perfeita em um corte de cabelo novo... não que você tenha deixado de amá-lo, mas você se apaixona novamente com tanto apelo visual.

Como publicitária que sou, tiro o chapéu toda vez que uma publicidade me atinge em cheio. Isso sempre significa que o produto publicitário foi muito bem elaborado e que conseguiu ultrapassar a barreira de “advogados do diabo” que sempre temos sobre aquilo em que trabalhamos. Então, para concluir, nada melhor do que deixar os exemplos falarem por si só:








sábado, 5 de novembro de 2011

Quanto vale a sua opinião?

Há algum tempo atrás eu abandonei o blog exatamente por conta da pergunta acima: quanto vale a sua opinião? Vivemos hoje em uma sociedade onde o “Big Brother” é presença constante. É claro que eu não estou falando daquele programa ótimo, onde só vemos bunda na piscina e discussões patéticas totalmente manipuladas.  Estou falando do “Big Brother” defendido no livro 1984 onde todos nós somos assistidos o tempo todo.

A vida é isso. Os nossos parceiros de trabalho acompanham o nosso facebook para saber como estamos naquele dia. Aqueles que falam de negócios com a gente avaliam o que postamos no twitter para entender o nosso humor e saber qual é a melhor hora para nos abordar. Os nossos chefes têm relatório de tudo o que fazemos online em nossos computadores ligados à rede da empresa.

Vai fazer uma entrevista de emprego? Os recrutadores estão de olho no seu perfil nas redes sociais, naquelas comunidades que você participa do tipo “ODEIO SEGUNDA FEIRA” que você acabou entrando só para se mostrar divertido para os seus amigos, mas que não te deixa imune de ser julgado por participar.

E aquela foto que você tirou com os amigos em uma micareta onde todos estavam completamente bêbados que você compartilhou para parecer descolado? Também será levada em consideração.

Ai você se pergunta: mas eu não posso ser eu mesmo? Esse é o grande xis da questão. As redes sociais possibilitam o conhecimento profundo de cada pessoa hoje em dia – já não é a toa que a sua “página” se chama perfil. Você é quem você é e isso está sendo avaliado em tempo integral. Disse que não gosta de segunda feira? Será interpretado como um preguiçoso que, muito provavelmente, vai às forras no final de semana e tá moído para trabalhar nos dias úteis.

Nessa nova realidade é preciso compreender que não dá para separar o pessoal do profissional e que, com o cruzamento de dados que são possiveis hoje, uma hora ou outra vão ligar o seu perfil do Linkedin, completamente profissional, com o seu nick name falso do twitter que você criou para poder falar tudo o que queria livremente.

E diante dessa deixa eu volto para a pergunta do título: quanto vale a sua opinião? Saiba que ela precisa ser muito forte e valiosa para você se arriscar. Em épocas de compartilhamento e acesso irrestrito, uma omissão de fatos pode não ser assim tão ruim.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Crowdsourcing - futuro ou morte?

Nessa semana estive em uma palestra sobre crowdsourcing. Nunca tinha ouvido falar nesse conceito e confesso que fiquei um pouco em dúvida do que ele se propõe a fazer pelo futuro da comunicação.
Apesar de ser uma palavra grande e complicada, crowdsourcing nada mais é do que contribuição em massa para a solução de um problema, ou simplesmente "co-criação". Trata-se de utilizar a "força tarefa" de várias pessoas para pensar em uma solução.
Se ficou confuso para você, também ficou confuso para mim. Entretanto, os exemplos dão uma ajuda para a compreensão. O crowdsourcing mais claro que vi foi o Wikipedia. O site de pesquisa de termos mais famoso é feito em "co-criação", ou seja, são várias pessoas que contribuem para que os verbetes aconteçam.
Em outros exemplos, utilizados para as grandes marcas, o crowdsourcing divulga um problema que o cliente possui e pede as pessoas que contribuam com soluções. Normalmente há uma compensação financeira, ou prêmio, para quem colaborar. Nesse sentido temos o exemplo atual da Ruffles com "Faça-me um Sabor" ou do "Fiat Mio" da Fiat, onde as pessoas inscreviam idéias de designs para o carro e a mais votada dentro de uma série de critérios seria o desenho do próximo modelo a ser lançado pela montadora.

Até ai gostei muito do conceito e o vi como um aliado para a propaganda e publicidade, pois seria utilizado como solução para vários "problemas" que encontramos diariamente entre os nossos clientes. Entretanto, o conceito vai um pouco além, no que foi definido pelo palestrante como "bota na culpa do Darwin".
Alguns sites e profissionais estão utilizando essa nova ferramenta para produzir “coletivamente” o que uma agência de design ou propaganda faz em sua estrutura. Problema nenhum nisso, se não fosse o valor – que é inúmeras vezes menor que o oferecido no mercado.
É claro que isso é apenas um incômodo diante de tudo que a ferramenta pode nos oferecer, entretanto ela é mais um desses desafios que surgem no campo da comunicação: ferramentas espetaculares para solução de problemas do cliente sem um aparente modelo de remuneração para as agências.

Conclusão: ela é o futuro ou a morte para alguns dos setores da comunicação? É muita novidade ainda para eu ter uma opinião prontamente formada para isso.

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