quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Essa sou eu

Minha tia me mandou um teste psicológico via internet que eu gostei muito. Tudo bem que no início eu pensei que fosse mais um besteirol on line, mas não é que o resultado deu exatamente o meu perfil. Vai aí para quem tiver interesse em me conhecer melhor.

Você vive num mundo de fatos e de necessidades concretas. Sua cabeça está no presente, com sua mente analisando constantemente seu ambiente pessoal para garantir que tudo esteja funcionando bem e de uma maneira sistemática. Você honra as tradições e as leis, e tem uma clara noção de suas normas e crenças. O negócio é que você espera o mesmo dos outros, e acaba não tendo paciência nem compreendendo as pessoas que não valorizam esses seus sistemas. Valorizando competência e eficiência, você gosta de ver resultados rápidos para seus esforços.

Você é uma pessoa que gosta muito de assumir o comando das coisas, e é muito bom nisso. Com uma visão tão clara da maneira como as coisas deveriam funcionar, você assume cargos de liderança com naturalidade, usando de toda a sua autoconfiança e agressividade. Assim, você é uma pessoa extremamente talentosa em desenvolver sistemas e planos de ação, e capaz de ver que passos são necessários para se cumprir uma tarefa. Você também pode ser muito rígido e crítico com as pessoas, pois possui valores tão fortes, acarretando numa tendência a se expressar sem reservas (sem “papas na língua”) se você vir que alguém não está se comportando ou produzindo à altura dos seus critérios. O lado bom disso é que pelo menos suas críticas são fáceis de entender, pois você vai direto ao assunto, fazendo comentários sempre muito honestos.

É importante ressaltar aqui que pessoas como você são os típicos cidadãos-modelo, os pilares da comunidade, pois você encara seus compromissos com seriedade, seguindo suas próprias normas de cidadania com rigor. Ao mesmo tempo, você é uma pessoa que tem prazer em lidar com outros e em se divertir, podendo ser bastante animada e divertida em eventos sociais—especialmente em atividades voltadas à família, à comunidade, ou ao trabalho.

Gostaríamos de avisar que você também precisa tomar um pouquinho de cuidado com sua tendência a ser rígido (duro) demais com as pessoas, e a ser detalhista ao extremo quando você está focado em algo. Como você põe tanto peso em suas próprias opiniões e crenças, é importante que você aprenda a valorizar mais as maneiras com que outras pessoas vêem essas coisas—você pode acabar aprendendo algo novo. E se você não der atenção ao seu lado sentimental, você pode também ter dificuldades, como a de não conseguir preencher as necessidades de intimidade das pessoas à sua volta, e, sem querer, acabar por magoá-las, fazendo com que se distanciem se você insistir em aplicar uma razão lógica a situações que reclamam a existência de uma sensibilidade emocional maior.

Vamos falar de estresse agora: quando abatido por uma situação estressante, você acaba freqüentemente se sentindo isolado das outras pessoas; sente-se como se você não fosse compreendido e valorizado o suficiente; como se as pessoas vissem seus esforços como nada mais que sua obrigação. Apesar de que normalmente você é bastante falante e não tem problemas para se expressar, sob estresse você pode ter dificuldades em transformar seus sentimentos em palavras, e, assim, em comunicá-los às outras pessoas.

Valorizando segurança e ordem social acima de tudo, você se sente obrigado a fazer tudo o que puder para melhorar e promover esses fatores: você corta sua própria grama, vota, participa das reuniões de escola do seu filho e da associação do bairro, e geralmente faz o que puder para promover a segurança pessoal e social sua e de sua família.

Como você também é uma pessoa muito esforçada, geralmente faz tudo o que acha que deve ser feito no seu trabalho, casamento e comunidade, gastando uma boa quantidade de energia nisso. Você é uma pessoa consciente, prática, realista, e confiável. Mas cuidado: ao mesmo tempo que você é muito responsável no cumprimento dos seus deveres para atingir e para defender suas metas e causas, você pode acabar tendo dificuldade de conseguir reconhecer ou valorizar a importância de qualquer meta que esteja além das que você já estabeleceu como práticas. Tente manter a mente um pouco mais aberta para reconhecer a importância prática dessas tarefas, e mais cedo ou mais tarde você acabará se surpreendendo pelo aumento de clareza e de segurança que isso trará para sua vida.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

E a motorista vem aí



Passados 5 anos dos meus lindos 18, vou enfim tirar minha carteira de motorista. Demorou pra caramba, mas de que adiantava ter carteira e não ter carro para dirigir?!

Resolvi tomar vergonha na cara não apenas pela necessidade em alguma emergências, mas principalmente pela pressão que meus amigos têm feito desde que entrou em vigor a "Lei Seca". Como dizem eles, de que adianta ter uma amiga que não bebe se ela não dirige?

Começo minhas aulas hoje... em breve teremos mais uma motorista pelas ruas da Grande Vitória... Deus abençoe!!!!!

terça-feira, 12 de agosto de 2008

O lado meio cheio do copo

Todos que me conhecem sabem que nunca fui uma pessoa muito otimista... para dizer a verdade, foi sempre o contrário. Era incrível como eu sempre via apenas o lado ruim das coisas. Me irritava bastante essa mania, mas nunca consegui mudar.

De repente , acho que desde que tive que começar a enfrentar a lata de sardinha 507 para vir trabalhar em Vitória, comecei a mudar meus conceitos. Atualmente estou vendo mais o que há de bom do que de ruim nas coisas.

Essa é uma fase que tenho denominado de "o lado meio cheio do copo". É aquele velho ditado: existe um copo com água até a metade, só depende de você mesmo dizer se ele está meio cheio ou meio vazio. A verdade é uma só, o que muda é apenas o ponto de vista da pessoa em relação ao fato.

Alguns exemplos desse meu surto de otimismo:

Sair do trabalho muito depois do horário = não pegar trânsito na ponte
Não ter horário certo para chegar em casa NUNCA = não criar uma rotina para que assaltantes me marquem
Voltar a trabalhar na recepção da empresa = ficar próximo do fax
Marido ir pescar no sábado = momento só para mim

Eu tenho vários, mas se for colocar todos aqui o post vai ficar enorme.

Apenas concluindo o raciocínio, tenho achado essa fase muito vantajosa. Além de me trazer vários pensamentos bons ao invés de ruins é um excelente remédio contra rugas e envelhecimento precoce...

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Murphy e suas verdades...

Dizem que Murphy era um cara otimista, mas venhamos e convenhamos, não dá para acreditar muito nessa história. Vamos analisar uma de suas leis (não escrita exatamente nessas palavras, mas vale para o que quero mostrar).

"Toda calcinha velha chama um motel"

É incrível como essa lei é verídica e vale tanto para as casadas quanto as solteiras. Acontece sempre naquele belo dia em que você sabe que não vai acontecer nada, ou seja, não vai para nenhuma balada para conhecer um gato novo, definitivamente não marcou nada com o namorado e está em sua rotina normal do dia a dia.

Abre a gaveta de calcinhas logo cedo depois do banho e descobre que todas aquelas calcinhas lindas estão lavando ou secando no banheiro. Ou simplesmente acordou com toda vontade de se sentir confortável. Seja como for, você recorre à CALCINHA BEGE. É, aquela bege mesmo (nada de cor de chocolate). Ela é, como toda certeza, a mais velha do armário com o seu famoso furinho laterial e aquele papinho na bunda que só calcinha confortável dá. Você a coloca como se fosse um prêmio, um protesto contra toda essa onda de mulher moderna.

Sai para trabalhar normalmente, afinal ninguém está vendo (Graças a Deus) que, intimamente, você tem uma relíquia. O dia corre normalmente e você sente que chegará em casa e trocará de calcinha sem ser flagrada por nenhum olhar masculino.

É nessa hora que Murphy entra em cena. Ele não quer que você guarde internamente esse segredo e coloca em seu caminho aquele momento único: um gato super lindo, um encontro picante com o namorado que você não sonhava encontrar.Não há um outro jeito de terminar essa história. O destino certo da calcinha é o motel.

Na intimidade de quatro paredes, vale todo tipo de desculpa para esconder o mico de estar com uma calcinha tão indígna do momento. A preferida, como certeza, é o famoso "gosto mais no escuro", mas acredito que existe muita criatividade nessa hora para driblar essa lei de Murphy.

Agora, falando a verdade, as noites de calcinhas beges no motel são sempre as melhores. O clima descontraido que ela proporciona, já que vocês dois vão rir bastante das circunstâncias, garante que os momentos serão maravilhosos e, considerando sempre o lado bom das coisas, vão te deixar excelentes histórias para contar. Vai ver que é por esse final que consideram Murphy um cara otimista... mas ainda assim eu discordo.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Idade

Passeando pelos blogs alheios vi um assunto que muito me interessou expresso através de um maravilhoso texto da minha querida amiga Annnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnna (como sempre). Será que a idade importa para o que queremos fazer da nossa vida? Minha resposta sincera é um grande e expressivo NÃO.

É claro que a idade que temos não define quem somos. Eu, por exemplo, sou velha desde sempre. No meu trabalho sempre ficam impressionados quando digo quantos anos tenho. Acho que isso é questão de responsabilidade, muita carga emocional para carregar desde cedo. De qualquer modo, não sou assim só no trabalho. Detesto boate e curtições. Sou muito mais um encontro na casa de amigos ou um bom jantar... música alta com muita gente em volta de deixa claustofóbica, passo mal.

Porém, há outras coisas para as quais acredito que não estarei velha nunca. Exemplo??? Ir a Disney, com certeza. Esse é um sonho de infância que vou realizar, não importa quantos anos tenha. Quero tirar foto abraçada com o Mickey, na porta do castelo da Cinderela, fazendo careta com o Pateta.

Casada já sou, mas ter filhos é um sonho que não me pertence... não está nos planos, indepentedente de idade. A casa própria virá e as promoções profissionais também, mas essas condicionadas a idade (a não ser que eu ganhe na sena).

Para uma coisa eu tenho certeza que minha idade nunca vai importar: ser feliz do meu modo... chata, velha, risonha, que seja, mas ser feliz a qualquer custo.

domingo, 20 de julho de 2008

O dia do casamento

Eu já dediquei um blog inteiro ao dia do meu casamento, mas como ele faz parte da minha história, não tenho como deixa-lo de fora desse meu novo espaço.

A verdade é que eu traumatizei depois do meu grande dia. Sempre quis ter aquele casamento dos sonhos, com vestido de bolo, pelo menos 6 damas de honra (grandes, por favor), comida a rodo e uma festa que durasse até o amanhecer... tive de abdicar a tudo isso por falta de grana.

Até hoje não consegui definir exatamente o que aconteceu. Não sei se eu realmente queria tudo como fiz ou se disse que queria assim porque não tinha dinheiro para bancar meu verdadeiro sonho. O vestido de noiva não teve nada de pomposo. Foi um modelo que eu posso usar em qualquer outra festa. As damas não existiram porque achei demais ter que pedir que elas pagassem pela própria roupa, já que eu não poderia arcar com isso.

O pior de tudo foi a festa não ter durado até o amanhecer. Na verdade, escolhi casar de dia para economizar, afinal churrasco é bem mais barato que canapé de camarão. Por fim, o que me deixou mais triste no meu dia, foi todo mundo ter ido embora com duas horas de festa. Ou seja, não me sobrou tempo para curtir nada, pois quando cheguei na festa ela já tinha acabado.

Atualmente, choro mais do que nunca em casamentos... até naqueles que vejo nos filmes. É duro ter que ver tudo aquilo que você não pode fazer. E, principalmente, é duro não poder voltar no tempo e fazer outra vez.

Meu sonho agora é ganhar muito dinheiro (a loteria, quem sabe) e poder me casar de novo. Eu faria tudo diferente, só não trocaria o noivo!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Experiência Inédita

O que para mim é uma experiência inédita vai parecer ridículo para as pessoas que possam ler esse post.

Hoje, pela primeira vez na minha vida, preenchi o campo de endereço de uma agenda com caneta. Pareceu retardamento eu estar comemorando isso? Eu sei, mas explicando é fácil de entender.

Desde que eu me entendo por gente minha família muda mais do que cigano. Já cheguei a estudar em quatro colégios diferentes em um mesmo ano. Loucura total. Por esse motivo, sempre preenchi o campo de endereço das minhas agendas a lápis, pois poderia alterar sempre que me mudasse de cidade.

A experiência de morar em um mesmo endereço e que seja minha casa própria é totalmente inédita para mim. Morei minha vida inteira de aluguel e sempre estive acostumada a me mudar com frequência.

Agora que já tá tudo explicado, volto ao início e digo que foi maravilhosa essa nova experiência. Gostei da sensação de segurança que aquela marcação de caneta me proporcionou.

É loucura sim, mas quem explica...

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Dia 21 não é o único motivo

... tá meio atrasado, mas foi um texto que escrevi a respeito da minha profissão. Queria muito colocar no blog, mas o tempo foi curto, então chegou apenas agora.

Dia 21 de junho não é o único motivo

Apesar de todos os profissionais de agência sempre dizerem que a única parte boa de ser mídia são os presentes, eu discordo completamente. Ter o seu próprio dia, seu segundo aniversário, seu 21 de junho não é o único motivo.

Ser mídia vai muito além de saber mexer no exel. É mais que ser um preenchedor de PI, marcador de xiszinho, de ler gráficos. É muito mais que ir a festas, eventos, cafés da manhã, coffee breaks e tantos outros eventos que todos consideram diversão, mas que o mídia mesmo vê como compromissos profissionais.

Ser mídia é, mais que tudo, ser um comunicador. É lidar com várias pessoas diferentes o dia todo e saber conversar com cada uma delas. É falar de rádio, TV, jornal, mídia em banheiro, cinema e até mídia em casca de ovo com a mesma naturalidade. É afirmar que mesmo a proposta mais absurda será apresentada ao cliente e que você, como mídia, acredita nela.

Ser mídia é ser um matemático. É entender quando R$ 100.000,00 é muito dinheiro e quando a mesma quantia também é muito pouco. É ser controlador, organizado, responsável. É confiar em números e pesquisas apresentadas por várias fontes e, mesmo assim, ainda levar em consideração o feelling, aquela ideiazinha lá no fundo que, ainda que sem motivos quânticos aparentes, faz com que ele acredite em um novo veículo.

Ser mídia é correr atrás da OPEC, entregar VT atrasado, chorar desconto, chorar prazo, sempre pedir o dead line dos anúncios. É viver no futuro, programando planejamentos que são para meses a frente do presente.

Por fim, ser mídia é tudo, tudo de corrido, tudo de agitado, tudo de estressante e, mesmo assim, tudo de bom. Aos mídias do Brasil, parabéns pelo seu dia.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Atualizações

Sumida, eu????? Imagina!!!!!!!!!!
É, to sabendo que parece que abandonei o blog. Acontece que tá tudo, para variar, muito corrido. To parecendo até disco arranhado, afinal falo isso toda vez que apareco por aqui.

Mas a verdade é essa, sem falar no fato que em emprego novo não dá para ficar passeando em blog durante o horário de trabalho... pega mal pra burro.

Tentando falar das novidades, está tudo mais do que bom na minha vida. Meu casamento tá totalmente lindo. Estou cada dia mais apaixonada pelo meu marido, que diga-se de passagem, é a coisa mais maravilhosa que já me aconteceu. O trabalho tá de vento em poupa. Tenho desenvolvido muito bem e acho que estou sendo reconhecida por isso, o que é a melhor parte.

Esse finde fui a Juiz de Fora, em Minas. Rever a família é uma coisa muito bacana. Também revi velhos amigos e vizinhos. A gente se surpreende muito quando não vê as pessoas há tempos, tudo é muito diferente.

Bom, vou sair agora. Tenho uma festa bacana para ir... vou curtir!!!!!

quinta-feira, 19 de junho de 2008

A mulher moderna

Esse texto demonstra bem como está a minha vida atualmente: CORRIDA. Não sei quem é a autora, mas desde que o recebi pela primeira vez já determinei que ele é o meu texto, que define exatemente o que penso sobre essas feministas que não tinham muito o que fazer... divirtam-se

DESABAFO - MULHER MODERNA
"São 6h... O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede...
Estou tão cansada... não queria ter que trabalhar hoje... Queria ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até...
Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas.. .
Aquário? Olhando os peixinhos nadarem... Se eu tivesse tempo... gostaria de fazer alongamento. ..
Brigadeiro.. .
Tudo menos sair da cama e ter que engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar.
Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a infeliz matriz das feministas que teve a estúpida idéia de reivindicar direitos de mulher... queria saber PORQUE ela fez isso conosco, que nascemos depois dela...
Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós... elas passavam o dia a bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de
molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo
legumes das hortas, educando as crianças, frequentando saraus, ENFIM, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária.

Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã nem tão pouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconsequentes com idéias
mirabolantes sobre 'vamos conquistar o nosso espaço'!!!
Que espaço, minha filha??? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés.
Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, pra tudo!!!
Que raio de direitos requerer?
Agora eles estão aí, são homens todos confusos, que não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da
cruz...
Essa brincadeira de vocês acabou nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda.
Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard
do vôlei.
POR QUE???..me digam PORQUE um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o
tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo!!!
Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, e que sapatos combinar, que
acessórios usar... tão cansada de ter que disfarçar meu humor, que sair sempre correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido,
resolvendo problemas que nem são meus!!!
E como se não bastasse, ser fiscalizada e cobrada (até por mim mesma) de estar sempre em forma, sem estrias, depilada, sorridente, cheirosa, com as
unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações (ufffffffffffffffff ff!!!!!!! ).
Viramos supermulheres e continuamos a ganhar menos do que eles... Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?
CHEGAAAAAAA! !!
... eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela...
ai, meu Deus, já são 6:30,tenho que levantar!... , e tem mais, quero alguém que chegue do trabalho, sente no meu sofá, coloque os pés pra cima e diga
'meu bem, me traz um cafezinho, por favor?', descobri que nasci para servir.
Vocês pensam que eu tô ironizando? To falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna....
Troco pelo de Amélia. Alguém se habilita?"
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